Posts de ‘E-commerce’

Dicas para vender na internet

terça-feira, agosto 16th, 2011

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O comércio se expande e busca por clientes onde quer que eles estejam, inclusive na Internet e as redes sociais têm um grande papel nas relações interpessoais e econômicas do dia-a-dia. Diante disso, o comércio enxergou a importância de chamar a atenção dos consumidores e, principalmente cativá-los pela internet.

Muitas empresas ainda questionam a maneira de participar destas redes sociais e buscar o cliente de maneira subjetiva e livre. Afinal, como é possível ser uma empresa inserida na internet, que mantém seu foco e objetivo, sem perder os rumos da estratégia, tempo e claro, dinheiro?

Dicas Básicas:

  • Lembre-se de que sua empresa está lidando com pessoas, e não uma “rede mundial de computadores”.
  • Dê preferência a uma rede que tenha o seu público-alvo em maior quantidade, não corra para divulgar em todas as redes sociais, para não desperdiçar tempo e dinheiro.
  • Crie um planejamento.
  • Seja claro e honesto, possibilitando a confiança do cliente em seus produtos e a indicação para amigos e conhecidos.
  • Use de comunicação direta e informal, dê a ideia de liberdade e espaço ao cliente.
  • Relacione seu produto com comunidades e assuntos que o englobe.
  • Divulgue o espaço físico (se houver) e promova a interação com o cliente por meio de cadastros e também de e-mails marketing.
  • Cuidado com o exagero. O internauta detesta Spam e mensagens o tempo todo. Dê espaço para que o consumidor se convença da compra.
  • Promova ações específicas para cada rede, como sorteios, por Bluetooth, tickets, SMS etc.
  • Faça promoções relâmpagos, nenhum cliente gosta de perdê-las.
  • Premie e dê benefícios ao internauta que ajuda a loja na divulgação.
  • Com dicas como essas, qualquer pequeno ou grande negócio poderá potencializar suas vendas pela internet, de maneira estratégica e voltada para a satisfação do cliente.

O poder de influência das Redes Sociais no E-commerce

quinta-feira, abril 28th, 2011

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O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o comScore, em agosto deste ano. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico. Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009. A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores. Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet. A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra online.

Consumidores ativos nas redes sociais
Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igualmente entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres. Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

Social Commerce em alta
O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea. O cliente além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criados pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca-a-boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade. As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.
As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas. A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também uma rede de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

 

Fonte: blogdoecommerce

Lojas Renner Inaugura E-commerce

quinta-feira, outubro 14th, 2010

A Renner começou a vender roupas pela internet desde ontem, dia 13. A marca investiu R$ 5 milhões no novo modelo de comercialização que conta com filtros por características específicas de cada produto para permitir ao consumidor encontrar o item que melhor se ajusta a ele. Caso a roupa não tenha ficado como o desejado, o cliente poderá efetuar a troca nas 126 lojas físicas da rede.

A loja virtual da Renner tem um álbum com sugestão de looks completos para incentivar a venda. Um estúdio fotográfico foi montado exclusivamente para atender o novo canal de venda.As compras podem ser parceladas em até12X sem juros no Cartão Renner e em outras bandeiras. Na primeira compra realizada nos primeiros dias de lançamento, a loja virtual oferecerá descontos e condições especiais de preço e frete grátis.

Para divulgar a novidade, a marca está fazendo campanha em canais on-line com banners nos principais portais e sites de moda, e-mail marketing, material de ponto de venda e anúncios em revistas. A Renner também selecionou 30 blogueiras que escrevem sobre moda, que receberão um bônus para testarem o novo e-commerce.

A categoria de vestuário, acessórios e calçados entra no site www.lojasrenner.com.br para se juntar ao no atual mix composto por moda íntima, relógios, e perfumaria. Os produtos são os mesmos oferecidos nas lojas físicas. A meta é que o e-commerce tenha um resultado semelhante ao faturamento anual de uma loja física da rede.

Fonte: Mundo do Marketing

E-commerce já movimenta mais que shoppings de SP

terça-feira, setembro 28th, 2010

O comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil no primeiro semestre de 2010, uma alta de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados elevam o e-commerce a um novo patamar de importância, já que ele ultrapassa as vendas dos shopping centers da Grande São Paulo.

Vale destacar que a base de comparação envolve diferentes geografias, pois os dados são nacionais para o comércio eletrônico e apenas da Grande São Paulo para shoppings. Se considerada apenas a região metropolitana para o e-commerce, o número cai para R$ 1,25 bilhão, o que não deixa de ser uma alta expressiva de quase 30% em relação ao ano passado.

A pesquisa foi desenvolvida pela Fecomercio em parceria com a empresa E-Bit.

O estudo mostrou ainda que o faturamento total do varejo na Grande São Paulo chegou a R$ 55,62 bilhões no semestre, uma expansão de 10% na comparação com o mesmo período de 2009. A expectativa é que até o final do ano, a alta seja de 7% nesta comparação, sendo 6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico.

“O comércio eletrônico deverá crescer na base de 30% ao ano e, se isso ocorrer mesmo, as vendas desse segmento devem superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração nos próximos dois anos”, analisou em comunicado Antonio Carlos Borges, diretor executivo da Fecomercio.

O comércio eletrônico é atualmente a nova força do varejo paulista. O ranking é liderado por Supermercados (34,1% do mercado), seguido por Comércio Automotivo (17,5%), Lojas de Vestuário, Tecidos e Calçados (12,5%), Lojas de Material de Construção (8,8%), Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos (8%), Farmácias e Perfumarias (7,9%), Lojas de Departamentos (5%), Lojas de Móveis e Decorações (3,9% )e Comércio Eletrônico (2,3%).

FONTE: m&m online

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