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Celular

Sony lança celulares Xperia à prova d’água

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A Sony anunciou dois novos aparelhos da linha Xperia resistentes à água e poeira.

Primeiro, o Xperia Go (que nos Estados Unidos será chamado de Xperia Advance) possui tela de 3,5 polegadas (resolução de 480 x 320 pixels), processador dual-core de 1GHz e câmera de 5 megapixels.

O ponto negativo ficaria com o sistema operacional, o Android 2.3 Gingerbread, embora a Sony afirme que irá atualizar o aparelho para o Ice Cream Sandwich após seu lançamento.

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Já o Xperia Acro S traz uma tela maior de 4,3 polegadas (resolução de 1280 x 720 pixels), câmera de 12 megapixels, certificação Playstation e virá com o sistema Android 4.0.

Os dois aparelhos possuem certificações IP55 e IP57, referentes à sua resistência a poeira e água, além da tecnologia NFC. Ambos serão lançados globalmente durante o terceiro trimestre deste ano. Os preços não foram revelados.

 

Via: Info

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Apple

Steve Jobs vira personagem de quadrinhos da Turma da Mônica

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A história de Steve Jobs virou uma história em quadrinhos nas mãos da equipe da Turma da Mônica.

O número 57 da revista “Saiba Mais com a Turma da Mônica” conta a história de Jobs, que fundou a Apple junto com Steve Wozniak e morreu no ano passado.

A revistinha custa R$ 5,70 e já está nas bancas de todo o Brasil.

 

 

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Via: Olhar Digital 

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Games

Próximo Xbox será integrado com Skype

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Rumor foi confirmado graças ao anúncio de uma vaga de emprego no site da Microsoft

Já era esperado que a próxima geração dos dispositivos da Microsoft viriam integrados com o Skype, programa de chamadas telefônicas e videoconferência comprado pela empresa no ano passado. Mas um anúncio de vaga de emprego no site da Microsoft confirmou o rumor de que o Xbox seria o primeiro desses produtos.

A descrição da vaga mostra que a Microsoft está atrás de um gerente para o projeto do Skype para o Xbox, que será desenvolvido por uma equipe em Londres. “O Skype vai viabilizar um comunicador de voz e vídeo em tempo real no Xbox. O Xbox é fundamental para chegar nas salas das casas das pessoas, e estamos focados em criar incríveis experiências de áudio e vídeo para a próxima geração do console. Essa é uma iniciativa crucial para o Xbox, e estamos correndo atrás do tempo para criar essa capacidade no hardware”, afirma o texto.

O detalhe foi pinçado pelo This is Xbox, site especializado em notícias sobre o videogame, e mostra que a integração deve ser um dos focos da Microsoft para uma maior popularização do serviço de videochamadas. O Skype também deve ganhar destaque nos aparelhos que rodam o sistema operacional Windows Mobile, aposta da empresa para confrontar os líderes iOS e Android.

 

Via: Olhar Digital 

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Games

Gameloft lança Men In Black 3 para Android

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Os fãs do filme Men In Black 3, conhecido no Brasil pelo título de “Homens de Preto 3″, já podem baixar – gratuitamente – o jogo oficial da nova sequencia da franquia para seus dispositivos equipados com a plataforma Android.

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Em Men In Black 3, os jogadores são colocados no comando da agência e devem treinar seus agentes secretos e atribuir missões correspondentes. Todas as armas e gadgets usados por Will Smith e Tommy Lee Jones estão também presentes no game.

De acordo com a Gameloft, MIB 3 requer Android 2.2 ou superior e pode ser instalado diretamente da Google Play Store. Em nossos testes, utilizando um Samsung Galaxy X, o jogo se mostrou incompatível com o Android 4.0.2.

Via: Google Discovery

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Tecnologia

Supostas especificações do PlayStation 4 vazam na internet

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Mais um rumor chega ao mundo dos videogames. Uma imagem recém divulgada na internet traz algumas características do suposto sucessor do PlayStation 3.

O console chegaria ao mercado no último trimestre de 2013 sob o codinome “Orbis”. O dispositivo viria equipado com um processador de 3.2 GHz de 22 nanômetros e placa de vídeo NVIDIA GeForce GK104 X2 (GTX 690), e as especificações não param por aí. A quarta geração do PlayStation, ainda segundo a fotografia, virá com 10 GB de XDR2 e 10 GB de GDDR6, suporte a resoluções de 2160p em 2D e Full HD em 3D, e áudio 11.1 (sendo que todos os jogos precisariam entregar, no mínimo, um áudio 5.1).

Além disso, o Orbis será capaz de rodar games de toda a família de consoles da Sony, ou seja, do PS4, PS3, PS2 e até mesmo do PSOne. Já os joysticks poderão ser DualShock 4 ou DualShock 3, e ainda a possibilidade de usar tablets e smartphones da empresa como controlador.

Vale lembrar que tudo não passa de uma especulação. Afinal, se todas essas especificações da imagem forem reais, o videogame pode ter o lançamento mais caro da história.

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Via: Olhar Digital 

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Internet

O que seu navegador diz sobre você

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incubadora de startups Strangeloops Networks colheu alguns dados bem interessantes sobre a relação entre navegadores e tendências de compras dos seus usuários. Em um texto para o VentureBeat, o executivo da empresa Joshua Bixby divulgou uma lista de quatro diferenças importantes entre os usuários de Chrome, Firefox e Internet Explorer na hora de gastar dinheiro na internet.

Uma das descobertas mais relevantes não depende do browser: segundo a pesquisa, pessoas que usam versões mais novas de navegadores gastam consideravelmente mais do que aqueles usuários que demoram para atualizar o software. “Em um dos sites analisados, descobri que o valor dos pedidos era 29% mais alto para usuários do Internet Explorer 8 em comparação com os que ainda estão no IE7″, afirma Bixby.

Outro ponto destacado pelo analista é de que os usuários do navegador da Microsoft supostamente visitariam mais sites (20% a mais que Chrome e Firefox) e gastariam mais tempo em cada um deles (entre 30 e 45 segundos a mais, em média).

Por último, a pesquisa também analisou os usuários do iPhone e levantou que eles visitariam menos sites e passariam menos tempo neles. O autor teoriza que isso se daria porque o iPhone seria um gadget melhor que seus concorrentes, levando seus adeptos a concluirem seus afazerem mais rapidamente.

Em comparação com os usuários do Android, as pessoas que usam o Safari visitam um número 31% menor de websites e passam 28% menos tempo conectados neles.

Via: Olhar Digital

 

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Tablet

Office será lançado em novembro para tablets Android e iOS, afirma site

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Fonte anônima ligada à empresa diz que pacote da Microsoft chegará para os sistemas operacionais do Google e Apple, incluindo iPhone e iPod

Fonte anônima ligada à empresa diz que pacote da Microsoft chegará para os sistemas operacionais do Google e Apple, incluindo iPhone e iPod

Em fevereiro deste ano, o site The Daily publicou que a Microsoft preparava uma versão exclusiva do pacote Office para dispositivos iOS, em especial o iPad. Fontes ligadas à empresa afirmaram que o aplicativo já estava em fase de testes e que seria submetido à aprovação da Apple.

No entanto, o Office para iOS deve demorar um pouco mais para aparecer. Segundo o site BGR, a versão para iPad só chegará no final do ano, em novembro. A diferença é que, segundo uma fonte anônima, além do tablet, iPhones e iPods touch poderão receber o pacote da Microsoft para instalação.

A mesma fonte disse ao portal que tablets equipados com Android também irão receber o Office para instalação. Se for confirmado, isso contraria o que foi dito por outras fontes no início do ano, quando declararam que a Microsoft não considera fazer uma versão do Office para Android e que, assim que o Office móvel for lançado, haverá uma atualização do OneNote – o programa trará mais elementos da interface Metro.

É importante lembrar que a informação não passa de um rumor. Nenhum outro detalhe específico sobre esta suposta versão do Office para iOS e Android foi divulgado.

Microsoft Office para tablets

O The Daily publicou em fevereiro alguns detalhes do que deverá ser o Office para tablets (pelo menos na versão iOS). A interface do serviço será semelhante ao atual OneNote da Microsoft – programa do pacote Office que ajuda o indivíduo a organizar notas e listar pendências -, mas tem alguns elementos do Metro, a nova linguagem de design que pode ser vista no Windows Phone e no ainda não lançado sistema operacional Windows 8.

Com a nova versão do Office para iPad, os usuários poderão criar e editar documentos em Word, Excel e Powerpoint tanto online quanto localmente, sem a necessidade de estarem conectados à internet. Ainda não se sabe ao certo se outros programas do pacote Office serão lançados separadamente.

Via: Olhar Digital 

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Notícias

Quatro dicas para ser produtivo com o seu smartphone nas horas vagas

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Os smartphones ajudam a passar o tempo. Em uma fila de banco, por exemplo, é só pegar o celular e começar a jogar alguma coisa que a espera não vai ser tão sofrida. Mas, em vez de ajudá-lo a bater recordes em Angry Birds, os smartphones também podem ser usados para melhorar a sua produtividade mesmo em horas vagas.

Selecionamos quatro tarefas que podem facilitar a sua vida. Em vez de ficar entediado, tente ser um pouco mais produtivo!

Cheque sua caixa de entrada e responda emails

Pegue aqueles emails mais simples que você recebe – e que podem ser respondidos em alguns segundos – e tire-os da sua frente. Esses emails mais simples vão se acumulando e tornando a caixa de entrada cada vez mais cheia.

Para facilitar o processo, crie uma pasta e coloque esses emails dentro dela. Assim, você pode acessá-la e começar a responder essas pequenas dúvidas.

Faça pequenas tarefas

A sua agenda deve ter diversos itens simples e rápidos espalhados e que são sempre adiados. Essas tarefas incluem fazer uma ligação, enviar um email, fazer alguma pesquisa na internet ou até mesmo comprar alguma coisa. Separe quais dessas tarefas podem ser feitas a partir do seu telefone e aproveite os momentos de espera para isso.

Outra opção é organizar a sua agenda de tarefas. Veja o que você tem para fazer e comece a separar o que é prioridade, eliminar o que não pode ser feito e escolher o que pode ser feito rapidamente.

Tenha ideias

Quando você estiver entediado, pense em ideias para o trabalho. Faça brainstorms. Abra um editor de texto, ou um aplicativo de desenhar, e comece a escrever o que vier à cabeça. Pode parecer uma ideia besta na hora, mas se bem trabalhada pode virar algo grande mais para frente.

Exercite o cérebro

Angry Birds é bastante divertido, sem dúvidas, mas alguns outros jogos podem ajudar a fazer o cérebro trabalhar melhor. Palavras cruzadas, Sudoku, ou até mesmo o clássico Tetris, entre outros jogos de quebra-cabeça e de lógica, são conhecidos por ajudar a expandir o cérebro.

Via: Olhar Digital 

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Celular

Omnia W: um Windows Phone econômico

Não se trata de um smartphone básico, mas este é um dos mais baratos entre os modelos com o Windows Phone 7.5. As principais diferenças para aparelhos de topo de linha são a tela e a memória interna menores. Apesar disso, a performance fica no mesmo nível. Só que, como Windows Phones não aceitam cartão de memória, a oferta de espaço para arquivos ganha mais importância.

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Os smartphones com Windows Phone 7.5 são muito similares no que diz respeito ao system-on-a-chip. Para falar dos modelos que temos à nossa disposição, o HTC Ultimate, os dois Lumia e o Omnia aqui resenhado utilizam o mesmo Snapdragon S2. Ou seja, todos se valem de um núcleo de CPU que roda a uma frequência básica de 1,4 GHz. Tal convergência fala a favor do Omnia: se até aparelhos avançados como o Ultimate e o Lumia 800 estão utilizando esse chip, os eventuais donos do Omnia podem ter certeza que estão adquirindo um dos telefones mais poderosos do ecossistema Mango atual. Aliás, mesmo que estivéssemos falando de um Android, o Snapdragon S2 não deixaria de ser uma boa escolha de SoC para um celular intermediário como esse.

Dentro do “pacote” Snapdragon a GPU Adreno 205 opera ao lado da CPU. Trata-se de processador gráfico já um tanto ultrapassado, mas que mantém um desempenho sólido no cenário atual. Sem entrar em detalhes a respeito de seu funcionamento, a consequência mais visível dessa escolha de GPU está na codificação de vídeo. Telefones que utilizam a Adreno 205 só conseguem produzir e reproduzir vídeos de no 720p. Quem só assiste a filmes no notebook e no próprio celular não vai sentir falta do 1080p. Essa limitação só prejudica aqueles que gostam de centralizar tudo em uma TV Full HD ou em um notebook substituto de desktop.

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De qualquer maneira, é difícil dizer se vídeos de resolução maior seriam viáveis no Omnia por um motivo simples: memória. Esse smartphone oferece apenas 8 GB de armazenamento interno. Como comentamos acima, a forma como o Windows Phone 7 gerencia a memória não admite cartões SD, o que elimina qualquer possibilidade de expansão. Sempre existem outras soluções de armazenamento para auxiliar aparelhos móveis: um storage acoplado à rede sem fio, por exemplo. Mas se você é o tipo que gosta de levar filmes consigo para assistir durante uma viagem, o Omnia não é o smartphone mais indicado.

Outra peculiaridade que dificulta a fruição de vídeos em Full HD é a ausência de uma conexão HDMI no telefone. Não que tal porta fosse esperada em um celular intermediário, seja qual for o ecossistema ao qual ele possa pertencer. O Omnia
se comunica com o mundo através do pacote básico dos smartphones: microUSB, P2, Wi-Fi, Bluetooth, A-GPS e, é claro, as redes de dados de celular. Todas essas portas são contidas por um corpo de design modesto que não oferece nenhuma proteção às conexões externas (P2 e USB). Um diferencial interessante para quem não consegue se decidir entre o Omnia e o Lumia 710 é a presença de um giroscópio no primeiro.

O Mango é um sistema proprietário, portanto não há muitas diferenças entre analisado nesta resenha e o que habita outros modelos do mesmo SO. O sistema mantém sua simplicidade e beleza marcantes, diferentes de tudo que foi lançado no mercado até agora. Constante também é a velocidade de resposta do sistema e de todos os aplicativos primários. No caso do Omnia, além de uma cor verde especial para os ícones, a Samsung instalou uma pequena coleção de aplicativos, incluindo um editor de imagem, um leitor de RSS e um serviço de meteorologia. O mais interessante deles é o AllShare, um servidor de DLNA que originalmente foi desenvolvido para os celulares Android da empresa.

Quanto às novidades do Windows Phone em si, a maior diz respeito a um serviço externo: o SkyDrive. Recentemente a Microsoft reformulou o SkyDrive para que ele se tornasse um storage online de funcionamento similar ao do DropBox. Como não existe aplicativo oficial do DropBox para Windows Phone (embora existam alternativas de boa qualidade), esse upgrade do SkyDrive é muito bem vindo. Para refrescar a memória, é bom lembrar que o player do Mango é capaz de tocar trilhas sonoras em MP3, WAV, WMA e eACC+, assim como é capaz de reproduzir vídeo em WMV, H.264 e H.263.

O Windows Phone é, por razões muito fortes, um sistema sedutor. Mas quem decide desbravar as terras ainda pouco exploradas desse SO deve estar ciente de algumas questões. Primeiro, o Mango ainda tem um ecossistema imaturo quando comparado ao iOS e ao Android. Segundo, o Windows Phone 8 não está muito longe de ser lançado. O novo sistema traz modificações profundas para a plataforma mobile da Microsoft e tudo indica que aparelhos com o Mango não se beneficiarão do update. Ainda assim, não há motivo para abandonar o barco: aplicativos desenvolvidos para Windows Phone 7 poderão rodar no Windows Phone 8, o que significa que o ecossistema de um não será prejudicado pela chegada do outro.

A câmera do Omnia tem a contagem mínima de pixels estabelecida pela Microsoft: 5 MP. A Samsung obviamente não priorizou essa faceta do telefone e o resultado são fotos e vídeos medíocres que dispensam grande parte dos detalhes da cena. Há aqui, no entanto, um item que pode resolver o dilema de quem não consegue decidir entre o Lumia 710 e o Omnia: uma câmera frontal. Trata-se de uma unidade extremamente simples de 0,3 MP, mas já é melhor do que nada.

Por fim, a tela de 3,7 polegadas usa o mesmo Super AMOLED dos outros smartphones da Samsung. O resultado é muito bom, com pretos profundos e cores vivas. Como todo Windows Phone, no entanto, a resolução é limitada a 480 x 800 pixels. De qualquer forma, a tela não é muito grande, o que eleva a densidade de pixels e impede que os contornos das imagens percam definição.

Há, entretanto, uma desvantagem no uso do AMOLED, embora o Mango pareça ter sido inteiramente projetado com o intuito de utilizar essa tecnologia. Esse tipo de tela, em conjunto com o processador de clock alto, demandam muita energia e este fato tornou-se evidente nos nossos testes. O Omnia suportou 347 minutos de ligação com Wi-Fi e bluetooth ligados, uma marca apenas mediana.

Não se trata de um smartphone básico, mas este é um dos mais baratos entre os modelos com o Windows Phone 7.5. As principais diferenças para aparelhos de topo de linha são a tela e a memória interna menores. Apesar disso, a performance fica no mesmo nível. Só que, como Windows Phones não aceitam cartão de memória, a oferta de espaço para arquivos ganha mais importância.

Os smartphones com Windows Phone 7.5 são muito similares no que diz respeito ao system-on-a-chip. Para falar dos modelos que temos à nossa disposição, o HTC Ultimate, os dois Lumia e o Omnia aqui resenhado utilizam o mesmo Snapdragon S2. Ou seja, todos se valem de um núcleo de CPU que roda a uma frequência básica de 1,4 GHz. Tal convergência fala a favor do Omnia: se até aparelhos avançados como o Ultimate e o Lumia 800 estão utilizando esse chip, os eventuais donos do Omnia podem ter certeza que estão adquirindo um dos telefones mais poderosos do ecossistema Mango atual. Aliás, mesmo que estivéssemos falando de um Android, o Snapdragon S2 não deixaria de ser uma boa escolha de SoC para um celular intermediário como esse.

Dentro do “pacote” Snapdragon a GPU Adreno 205 opera ao lado da CPU. Trata-se de processador gráfico já um tanto ultrapassado, mas que mantém um desempenho sólido no cenário atual. Sem entrar em detalhes a respeito de seu funcionamento, a consequência mais visível dessa escolha de GPU está na codificação de vídeo. Telefones que utilizam a Adreno 205 só conseguem produzir e reproduzir vídeos de no 720p. Quem só assiste a filmes no notebook e no próprio celular não vai sentir falta do 1080p. Essa limitação só prejudica aqueles que gostam de centralizar tudo em uma TV Full HD ou em um notebook substituto de desktop.

De qualquer maneira, é difícil dizer se vídeos de resolução maior seriam viáveis no Omnia por um motivo simples: memória. Esse smartphone oferece apenas 8 GB de armazenamento interno. Como comentamos acima, a forma como o Windows Phone 7 gerencia a memória não admite cartões SD, o que elimina qualquer possibilidade de expansão. Sempre existem outras soluções de armazenamento para auxiliar aparelhos móveis: um storage acoplado à rede sem fio, por exemplo. Mas se você é o tipo que gosta de levar filmes consigo para assistir durante uma viagem, o Omnia não é o smartphone mais indicado.

Outra peculiaridade que dificulta a fruição de vídeos em Full HD é a ausência de uma conexão HDMI no telefone. Não que tal porta fosse esperada em um celular intermediário, seja qual for o ecossistema ao qual ele possa pertencer. O Omnia
se comunica com o mundo através do pacote básico dos smartphones: microUSB, P2, Wi-Fi, Bluetooth, A-GPS e, é claro, as redes de dados de celular. Todas essas portas são contidas por um corpo de design modesto que não oferece nenhuma proteção às conexões externas (P2 e USB). Um diferencial interessante para quem não consegue se decidir entre o Omnia e o Lumia 710 é a presença de um giroscópio no primeiro.

O Mango é um sistema proprietário, portanto não há muitas diferenças entre analisado nesta resenha e o que habita outros modelos do mesmo SO. O sistema mantém sua simplicidade e beleza marcantes, diferentes de tudo que foi lançado no mercado até agora. Constante também é a velocidade de resposta do sistema e de todos os aplicativos primários. No caso do Omnia, além de uma cor verde especial para os ícones, a Samsung instalou uma pequena coleção de aplicativos, incluindo um editor de imagem, um leitor de RSS e um serviço de meteorologia. O mais interessante deles é o AllShare, um servidor de DLNA que originalmente foi desenvolvido para os celulares Android da empresa.

Quanto às novidades do Windows Phone em si, a maior diz respeito a um serviço externo: o SkyDrive. Recentemente a Microsoft reformulou o SkyDrive para que ele se tornasse um storage online de funcionamento similar ao do DropBox. Como não existe aplicativo oficial do DropBox para Windows Phone (embora existam alternativas de boa qualidade), esse upgrade do SkyDrive é muito bem vindo. Para refrescar a memória, é bom lembrar que o player do Mango é capaz de tocar trilhas sonoras em MP3, WAV, WMA e eACC+, assim como é capaz de reproduzir vídeo em WMV, H.264 e H.263.

O Windows Phone é, por razões muito fortes, um sistema sedutor. Mas quem decide desbravar as terras ainda pouco exploradas desse SO deve estar ciente de algumas questões. Primeiro, o Mango ainda tem um ecossistema imaturo quando comparado ao iOS e ao Android. Segundo, o Windows Phone 8 não está muito longe de ser lançado. O novo sistema traz modificações profundas para a plataforma mobile da Microsoft e tudo indica que aparelhos com o Mango não se beneficiarão do update. Ainda assim, não há motivo para abandonar o barco: aplicativos desenvolvidos para Windows Phone 7 poderão rodar no Windows Phone 8, o que significa que o ecossistema de um não será prejudicado pela chegada do outro.

A câmera do Omnia tem a contagem mínima de pixels estabelecida pela Microsoft: 5 MP. A Samsung obviamente não priorizou essa faceta do telefone e o resultado são fotos e vídeos medíocres que dispensam grande parte dos detalhes da cena. Há aqui, no entanto, um item que pode resolver o dilema de quem não consegue decidir entre o Lumia 710 e o Omnia: uma câmera frontal. Trata-se de uma unidade extremamente simples de 0,3 MP, mas já é melhor do que nada.

Por fim, a tela de 3,7 polegadas usa o mesmo Super AMOLED dos outros smartphones da Samsung. O resultado é muito bom, com pretos profundos e cores vivas. Como todo Windows Phone, no entanto, a resolução é limitada a 480 x 800 pixels. De qualquer forma, a tela não é muito grande, o que eleva a densidade de pixels e impede que os contornos das imagens percam definição.

Há, entretanto, uma desvantagem no uso do AMOLED, embora o Mango pareça ter sido inteiramente projetado com o intuito de utilizar essa tecnologia. Esse tipo de tela, em conjunto com o processador de clock alto, demandam muita energia e este fato tornou-se evidente nos nossos testes. O Omnia suportou 347 minutos de ligação com Wi-Fi e bluetooth ligados, uma marca apenas mediana.

Via: Info 

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Tecnologia

Bem-vindo ao mundo da ficção científica

Estamos inseridos no chamado turbocapitalismo, uma saborosa mistura de Blade Runner, com duas xícaras de Segredo do Abismo, três colheres de Avatar e uma pitada de Matrix

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Marcos Hiller*

Em 1964, o visionário professor Marshall McLuhan disse que “na espaçonave Terra, não há passageiros; somos todos tripulação”. Impressionante a nitidez da fala do pesquisador canadense, que estaria com um século de vida esse ano, em delinear uma visão tão lúcida e contemporânea como essa já na década de 1960. E essa sua célebre frase traduz de maneira muito pertinente o verdadeiro universo de ficção científica em que vivemos hoje. Não somos meros passageiros passivos e olhando pela janelinha dessa imensa espaçonave, mas sim seres humanos altamente participativos, prontos para performar e modulando o tempo todo a cena em que estamos inseridos.

Vivemos em um planeta conectado, mas norteado pela constante interrupção. Ao mesmo tempo em que estamos hiperconectados, somos interrompidos por toques, notificações, pop-ups, sirenes e alarmes. Estamos em um mundo veloz, sintético e ansioso, regido por 140 caracteres. Concentrar-se por mais de 20 minutos em uma única atividade é tarefa para poucos. Os jovens, ou nativos digitais, só conseguem ser criativos com 17 abas abertas em suas telas, com a TV ligada, atirando passarinhos com um estilingue e com iPod no ouvido para nossa alegria. Nós nascemos em uma era analógica e estamos migrando para uma digital, na qual eles já nasceram.

Estamos entrando, de modo contundente, em uma nova cultura do espetáculo, da configuração da economia, da sociedade e da política, que envolve novas formas culturais e modelos de experiência. “A chamada era da informação é, na realidade, a do excesso de informação”, disse, com muita serenidade, Paulo Vaz, pesquisador da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), há 10 anos. Nosso cérebro e nossa cognição simplesmente não dão conta de tamanho volume de informação que nos tentam impactar por dia. Por exemplo, uma edição de domingo do The New York Times contém mais informação do que a absorvida ao longo da vida por um indivíduo culto no século XVIII.

Vive-se em um universo hiperconectado, onde as máquinas falam e os homens comunicam-se por meio de próteses artificiais. As novas gerações incorporam plenamente essas tecnologias e as colam ao corpo como um elemento a mais de suas roupas: calças, jaquetas e mochilas são fabricados com lugar para o celular. A moda faz com que a corporabilidade abrigue as tecnologias. Quando chego diante da porta de um shopping e ela se abre sozinha, ou quando abro meu carro com o botãozinho e o bip do chaveiro, não é isso que está abrindo a porta, é meu corpo, é uma extensão do meu braço, como se eu fosse Anakin Skywalker, provido de uma força sobrenatural.

Bem vindo à era do YouTube, o canal de televisão mundial. O Twitter é a maturação da internet e posso me conectar e ser ouvido por qualquer pessoa do Planeta. Estamos o tempo todo diante de telas, painéis e tecnologias touch-screen e entramos no epicentro da era do consumo simbólico. Quando as pessoas adquirem um iPhone, por exemplo, estão não apenas comprando um aparato tecnológico, como também vivenciando certo estilo de vida (digital) e se inscrevendo num imaginário tecnológico que enfatiza as ideias de inovação, elegância e distinção econômica, diz com muita sabedoria o pesquisador Erick Felinto daUERJ.

As pessoas, nessa sociedade intensa e paradoxal, buscam uma fixação narcísica por meio das redes sociais, e as marcas também procuram adotar jogos discursivos sedutores nesses novos e envolventes espaços digitais, dizia também McLuhan há 50 anos. E com a explosão das redes sociais, fenômenos desse século, vemos essa sábia frase de McLuhan cristalizada de forma sublime. Esses novos ambientes virtuais são baseados em plataformas digitais e dispositivos interativos móveis de compartilhamento de arquivos e informações são exemplos muito claros dessa condição social-histórica imprecisa, hesitante e incompleta, complementa Felinto.

Já Sherry Turkcle, uma brilhante cientista do MIT, diz que com muita pertinência que nós estamos “always on”. E quando estamos conectados, estamos na verdade, negando uma certa solidão. Se estou sozinho em casa logado no meu Facebook, eu não estou mais sozinho, estou fazendo parte da vida de outras centenas de pessoas e de forma muito íntima. A tecnologia, ao mesmo tempo que nos aproxima de pessoas queridas, nos distancia delas. Outro grande pensador contemporâneo, o argentino Nestór Garcia Canclini diz que “chega-se a fenômenos de autismo e desconexão social, devido às pessoas preferirem antes ficar na frente da tela do que relacionar-se com interlocutores em lugares fisicamente localizados”. O fato de eu estar conectado o tempo todo não significa que estou interagindo o tempo todo. E nesse universo, muito mais importante do que estarmos simplesmente presentes nas atraentes e viciantes redes sociais, é preciso saber o que fazer lá, saber estar presente de forma relevante e coerente.

Vive-se em um mundo de histórias que se iniciam e não finalizam, cada vez mais interligado por intercâmbios de ordem mercadológica. Todo mundo praticamente está ocupado all the time fazendo business com tudo: diversão, conhecimento, avatares, casamento, sexualidade, estética, reprodução, saúde, beleza, identidade, ideias. As pessoas se tornam um verdadeiro empreendimento comercial nesse novo contexto que vivemos, e com a cauda longa de Chris Anderson mais forte do que nunca. As sociedades vivem hoje um processo de reorganização, sobretudo no âmbito cultural, social, econômico e político, e fica muito evidente como esses fenômenos tecnológicos, como a explosão de redes sem fio, por exemplo, aceleram a dinâmica das relações, onde posso postar tudo que eu quiser, onde eu quiser e na hora que quiser. Não queremos mais estar sucumbidos na impessoalidade da massa, pois agora quero estar conectado apenas com pessoas e marcas que ajam como eu ajo.

Bem-vindo! Estamos inseridos no chamado turbocapitalismo, uma saborosa mistura de Blade Runner, com duas xícaras de Segredo do Abismo, três colheres de Avatar e uma pitada de Matrix. May the force be with us!

*Marcos Hiller é coordenador do MBA Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).

Via: Olhar Digital