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Venda de imóveis não vive mais sem internet, aplicativos e redes sociais

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Quase 100% das compras passam em algum momento pela internet

Nada de entrar em canteiros de obras ou stand de vendas. Já há alguns anos, quando um consumidor decide comprar um imóvel, o seu ponto de partida é a internet.

Por isso, construtoras e imobiliárias passaram a investir em conteúdo e ferramentas digitais para conquistar o público e se aproximar dos clientes.

Sites, blogs, canais multimídia, perfis em redes sociais, aplicativos para smartphones, ações mobile e atendimento online formam a base do alicerce para se vender uma casa atualmente.

As compras de imóveis pela internet, no entanto, estão ainda longe de ser uma modalidade de transação efetiva. Os tramites burocráticos da ação não permitem que o consumidor realize todas as etapas da compra no conforto da sua casa.

As imobiliárias, por outro lado, oferecem cada vez mais serviços online, deixando apenas que as assinaturas de contrato sejam presenciais. Até os casos de compras do exterior, por enquanto, são realizados por um procurador.

“Acredito que vamos ainda vender um empreendimento 100% pela internet. Não será hoje, mas no futuro conseguiremos que o cliente escolha e compre seu imóvel por meio de um certificado e uma assinatura digital, que já existe, e faça o pagamento da entrada via internet bank”, declara Gustavo Zobaran, especialista em comércio eletrônico e coordenador de departamento de marketing digital da Brookifield.

Estratégias para diversificar no mercado

Os meios digitais têm um papel importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários.

Em 2010, a Cyrela contabilizou 20% das vendas realizadas por meio de um canal online, o dobro do ano anterior. O site da companhia recebeu quatro milhões de visitas no mesmo período.

“Acreditamos que uma fração desses acessos gera contatos e uma fração de contatos gerará vendas”, afirma Fernando Moulin, gerente-geral de E-Business da Cyrela Brazil Realty.

Em 2011, as construtoras passaram a investir em novidades para atrair o público e aumentar o relacionamento das empresas com os clientes, com ações desde o chat online com os corretores a aplicativos para smartphones e canais de comunicação pelas redes sociais.

Afinal, a busca por imóvel no meio digital não é mais uma novidade e todas as imobiliárias já possuem, pelo menos, uma página na web.

Por isso, a Coelho da Fonseca aumentou sua presença nas redes sociais como um caminho para o crescimento de vendas. Recentemente, a empresa criou um brand channel no Youtube com mais de 1.200 vídeos com lançamentos e informações que os internautas buscam por meio de filtros ou por um mapa.

Somente em três dias no ar, o canal de pesquisa já tinha recebido mais de 10 mil acessos. “Percebemos que o cliente passava muito tempo olhando os vídeos no site e decidimos criar uma ferramenta totalmente inédita na América Latina”, afirma Allan Fonseca, diretor de canais e inovação da Coelho da Fonseca.

A busca pela inovação

A plataforma de atendimento online da Cyrela existe desde 2003 e após tanto tempo a empresa decidiu inovar na comunicação com o cliente.

No início do ano, a companhia estreou no Facebook com a intenção de criar uma plataforma direta de diálogo com os compradores. O chat virtual com o corretor do site passou a ser disponível também na fan page da marca, que hoje conta com mais de 8,4 mil usuários.

“A capacitação do corretor online na relação com o cliente é totalmente direcionada para converter o contato em uma visita, um agendamento e até uma possível venda. Consideramos que um negócio foi fechado pela internet quando todo o processo de escolha é realizado por meio desse corretor”, explica Moulin, da Cyrela.

Na busca pela inovação a construtora também entrou no Instagram. A rede social de compartilhamento de fotos pelo Iphone foi usada como ferramenta para a campanha promocional “Decora Minha Casa”, realizada em parceria com a Florense Alphaville. A ação, ainda em andamento, premiará um usuário com móveis planejados no valor de R$ 10 mil para transformar um cômodo da casa. Com o projeto, a Cyrela pretende transmitir o conceito de realizadora de sonhos e aumentar o relacionamento da marca com os consumidores.

Ações de mudança

Para ir além, a Coelho da Fonseca disponibilizou o site e sua página no Facebook em seis línguas para aumentar a comunicação com todos os públicos, já que os estrangeiros representam 5% dos acessos totais dos canais da empresa. Presente em 16 capitais brasileiras, a imobiliária de alta renda estima que 30% das vendas realizadas no ano passado começaram pelo meio online.

“Para não criar confusão no mercado, não comunicamos que realizamos vendas pela internet. Mas quase 100% dos clientes para procurarem um imóvel em algum momento passam pela internet”, esclarece Allan Fonseca.

A falta de uma regulamentação e indicadores do comércio eletrônico, principalmente no setor imobiliário, não permitem que as companhias digam que realizaram vendas pela internet. Apenas mediante uma norma reguladora, que faça com que todas as empresas sigam os mesmos indicadores, é que será creditada uma quantificação de vendas online. Cada empresa segue atualmente seus próprios padrões.

Realizações pioneiras

Já é possível, contudo, receber informações de imóveis até mesmo por SMS. Nas placas de vende-se de algumas casas relacionadas a Coelho da Fonseca, por exemplo, o consumidor encontra um código para enviar uma mensagem e recebe todas as informações e fotos da casa pelo celular. A ação realiza um movimento de crossmedia, transportando os usuários da mídia offline para os canais online.

Conheça o Imob Online site para imobiliárias e corretores.

Via: Publicidade Imobiliária 

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Estudo: democratização da web beneficia a mídia tradicional

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Um estudo realizado pelo Ibope constatou que o aumento do acesso à internet tem beneficiado a mídia tradicional, uma vez que a população procura por conteúdo, e não especificamente pelo meio.

É um fenômeno chamado de “tradigital”, que agrega três tipos de consumidor: o que só acompanha meios de comunicação tradicionais, o que vê apenas o digital, e o que agrega todos. Este último tem feito diferença.

55% da população brasileira dizem utilizar dois ou mais meios simultaneamente, sendo que a mistura de televisão com internet é o que faz mais sucesso, atingindo 30% das pessoas. A rede já chega a 56% dos brasileiros, o que representa crescimento de 115% desde 2003. E, pelo que diz o estudo Conectmedia, se a expansão continuar a mídia tradicional será cada vez mais beneficiada.

“Tanto a convergência quanto a simultaneidade são impulsionadas pela democratização dos tablets, smartphones e outros dispositivos com acesso à internet”, afirma Juliana Sawaia, gerente da área de learning & insights e responsável pelo levantamento.

A atividade mais realizada na web por aqui é verificar e-mails (87%), seguida por acesso a redes sociais (76%), leitura de notícias (67%), troca de mensagens instantâneas (66%) e acompanhamento de fotos e vídeos (63%).

Não fique de fora da internet, crie o seu site gratuitamente. Conheça o Me Online (www.meonline.com.br)

Via: Olhar Digital 

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Netflix é a empresa de web que mais cresce financeiramente

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Quem, em 2012, apostou na Netflix hoje está comemorando os resultados da empresa. E tem bons motivos para isso, afinal, a locadora virtual foi a empresa de internet que mais fez sucesso financeiro desde o ano passado.

Em 27 de julho de 2012, a ação da Netflix valia US$ 58,92. No 27 de julho desde ano o valor saltara para US$ 246,31 – uma alta de 318%. O que significa que, se você investiu US$ 100 na empresa naquele dia, hoje tem US$ 418 na conta.

Foi de longe o player de internet com crescimento mais rápido, em termos de avaliação acionária. A TripAdvisor, que vem em segundo, cresceu 109%, e o terceiro, LinkedIn, teve alta de 102%.

Os dados foram levantados pelo Mashable junto à Bloomberg e mostram que algumas empresas asiáticas também se destacam entre as que mais crescem financeiramente. Talvez a mais conhecida delas seja a Baidu, que teve alta de 3% entre 2012 e 2013.

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Via: Olhar Digital 

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Google deixa YouTube com visual retrô

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Na quarta-feira, 24, o YouTube anunciou que promoverá a Geek Week, uma semana voltada ao conteúdo nerd.

Para antecipar o evento, a rede social começou a lançar alguns “Easter Eggs”, as famosas brincadeiras escondidas dentro do serviço.

O primeiro deles foi divulgado nesta quinta. Um tweet desafia o usuário a decodificar a sequência “53 65 61 72 63 68 20 59 6f 75 54 75 62 65 20 66 6f 72 20 2f 20 67 65 65 6b 77 65 65 6b”.

O número leva à mensagem “/ geekweek” que, se digitada desse jeito (com o espaço mesmo) no campo de buscas, mostra o site em ASCII, como se estivesse rodando em DOS.

Bacana, né? Vale ficar de olho para ver quais serão as próximas pegadinhas que a companhia deve soltar.


Geek Week

As comemorações serão iniciadas no dia 4 de agosto. Nesse período o site promete veicular conteúdos inéditos e colaborações “épicas” de mais de 100 canais diferentes.

“Nunca existiu uma época melhor para ser geek. De ‘Game of Thrones e “The Big Bang Theory” a “Os Vingadaors”, a cultura geek está em todos os lugares, atraindo e conectando audiências expandidas. A atual obsessão com todas as coisas geeks se espalhou na comunidade global do YouTube, permitindo fãs ao redor do mundo expressarem seu amor por superheróis, quadrinhos, jogos, ciência e ficção científica”, diz o YouTube em seu blog.

Via: Olhar Digital 

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Google

Análise: Google vai revolucionar a forma de ver TV

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O Google apresentou ontem uma espécie de pendrive que transforma a televisão em dispositivo inteligente. E o Chromecast tem potencial para espalhar de forma eficiente o conceito de smart TV, uma vez que coloca recursos diferenciados em aparelhos mais modestos sem exigir que o consumidor gaste um valor exorbitante nisso.

O Chromecast também funciona como alternativa viável a quem busca conteúdo na TV a preços baixos, o que já incomoda empresas tradicionais do setor. Quem trabalha no ramo está acostumado a ganhar mais dinheiro sempre que o consumidor se interessa por mais conteúdo, mas como o Google pensa em quebrar a barreira entre TV e internet, esse dinheiro extra pode aos poucos desaparecer.

A má notícia é que ainda não se sabe se o produto chegará ao Brasil. O foi apurado que o Google sequer possui uma previsão sobre quando o Chromecast começa a ser vendido fora dos Estados Unidos.

Já existem inúmeros aparelhos que se propõem a fazer o meio de campo entre TV e internet, só que cada um tem uma ressalva. No caso do Roku e do Plair, que funcionam de forma semelhante, a questão é o preço, já que ambos saem por US$ 99 enquanto o Chromecast custa apenas US$ 35.

Há ainda as set-top boxes, como a Apple TV e o Roku 3, que têm como diferencial o conteúdo indisponível no serviço do Google – HBO Go e Hulu Plus, por exemplo. Assim como faz o Chromecast, a Apple TV também capta o que vier do iPhone ou do iPad (via AirPlay), mas no esquema do Google entram os principais aparelhos móveis, e não apenas os da marca da maçã.

Só que a limitação de conteúdo do dispositivo pode acabar em breve, pois o Google está testando um recurso que põe qualquer tipo de mídia vista pelo navegador Chrome na televisão. Com isso, mesmo um assinante do HBO Go ou do Hulu Plus conseguiria driblar restrições e jogar o conteúdo do laptop na telona sem pagar taxas extras.

Além disso tudo, é bem fácil manipular o Chromecast: basta plugá-lo na TV por uma saída HDMI, baixar os aplicativos para smartphone ou tablet e escolher o que assistir no Netflix, YouTube ou Google; depois, é só pressionar um botão e – por conexão Wi-Fi – o conteúdo surge na TV. A partir daí, pelo celular dá para reproduzir, pausar, mexer no volume…

Via: Olhar Digital 

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Google

Google passa a enviar propaganda aos internautas por e-mail

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Mesmo sem solicitar, pessoas recebem mensagens de anunciantes da companhia

Muitos internautas elogiaram o novo layout do Gmail, que passou a separar as mensagens recebidas de acordo com seu status por meio de abas diferenciadas. Mas o Google se aproveitou do formato para empurrar mais propaganda aos usuários.

À princípio surgem três caixas de e-mail: Principal, Social e Promoções; e foi esta última, que abriga newsletters e mensagens promocionais, a adotada pelo Google para mandar e-mails não solicitados aos internautas.

O pessoal do Geek viu surgir e-mails assim, que vêm acompanhados de um aviso: “Estas propagandas são baseadas em informações da sua conta no Google.”

Via: Olhar Digital

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Notícias

Flipboard ganha versão para navegadores

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Agregador de notícias passou anos exclusivo para dispositivos móveis

A partir de hoje, as revistas digitais criadas por usuários do Flipboard passam a estar disponíveis também através dos navegadores. Assim, o serviço chega à web tradicional, após três anos rodando apenas em tablets e, mais tarde, em smartphones.

O Flipboard surgiu em 2010 como um agregador de notícias para iPad. Tempos depois o serviço se expandiu para telefones com Android e iOS e, neste ano, passou a permitir que os próprios usuários criem revistas com o que quiserem.

Agora, sempre que um usuário compartilhar suas revistas via e-mail ou redes sociais, quem clicar no link poderá conferir o material pelo navegador, sem precisar do aplicativo instalado. Veja um exemplo.

Junto com o lançamento, o Flipboard também estreia sua investida em conteúdo original. Trata-se da seção “Grandes Ideias”, que começa com uma entrevista com Larry King.

O Flipboard conta atualmente com 75 milhões de usuários, segundo o Mashable, sendo que em março havia 50 milhões.

Via: Olhar Digital 

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Facebook

Facebook prepara aplicativo mais leve para celulares

Facebook divulga preparativos para aplicativo mais leve para celulares.

O gigante americano das redes sociais, Facebook, prepara um aplicativo mais leve para os telefones celulares clássicos, “Facebook for every phone” (Facebook para todos os telefones), informou no domingo o New York Times em seu site.

O gigante americano das redes sociais, Facebook, prepara um aplicativo mais leve para os telefones celulares clássicos, “Facebook for every phone” (Facebook para todos os telefones), informou no domingo o New York Times em seu site.

O aplicativo, que exige menos dados informáticos que os aplicativos atuais do Facebook para Android ou iPhone, deve permitir que os detentores de telefones celulares clássicos tenham acesso ao Facebook de seu telefone, como fazem atualmente as pessoas que possuem smartphones, disse o jornal.

Segundo o New York Times, o Facebook deve anunciar em breve os resultados deste projeto, no qual trabalha há dois anos.

O “Facebook for every phone” tem por objetivo alimentar o crescimento do grupo nos países emergentes, onde os telefones celulares tradicionais ainda são a regra, enquanto o crescimento dos utilizadores da rede social está se estancando nos países desenvolvidos.

Via: Info

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Internet

Aprenda a controlar o consumo de banda

No Brasil, a maioria das operadoras de internet banda larga determina limites de downloads de gigabytes. Ou seja, quando você ultrapassa o volume de dados estipulado em franquia, eles reduzem sua velocidade de navegação sem dó.

Mais do que isso, apesar do monitoramento já realizado pela Anatel, todos nós sabemos que esses serviços costumam não entregar 100% da velocidade contratada na maior parte do tempo. E, no final das contas, se você ainda compartilha a banda larga na sua casa ou empresa, sabe que às vezes, por mais banda que haja, a conexão acaba ficando extremamente lenta ou simplesmente trava de vez.

Ainda que os pacotes de internet banda larga tenham ficado maiores, hoje chegando aos 100 Mbps, o cenário dentro das residências mudou bastante. Antigamente, a família compartilhava um único computador e tinha, no máximo, um laptop que alguém trazia do trabalho. Hoje, em muitas casas, cada um tem seu próprio notebook, smartphone, tablet e muitas vezes ainda conecta SmartTV e videogame. Tudo em uma mesma rede.

“Como a gente compartilha a internet com o wireless com todos os dispositivos, nós começamos a ter mais equipamentos conectados. Mantendo a mesma velocidade, temos menos banda para cada equipamento”, explica Taciano Pugliesi, gerente de produtos da D-Link. Ele ainda lembra que, com o advento dos smartphones, também se tornou comum repassar a senha da rede sem fio para amigos e familiares que visitem sua casa.

Combinado a esse aumento de dispositivos conectados a uma mesma rede, mudou também o conteúdo que consumimos online. Antes, estávamos acostumados apenas a páginas web, e-mails, fotos. Em seguida, evoluímos para as músicas: as rádios online e os serviços de streaming. Atualmente vivemos a fase de tudo isso junto ao lado de uma infinidade de vídeos, vários deles em alta definição.

Atualmente, o que mais consome banda são os vídeos, principalmente em HD e Full HD. Em segundo, vem a parte do áudio“, explica Pugliesi. Além do áudio e do vídeo, outro vilão que consome muita banda são os downloads.

“As pessoas gostam muito de download de músicas, filmes, fotos e etc. Todas as vezes que eu faço um download eu posso usar minha banda inteira de internet”, completa Pugliesi.

Aliadas às ofertas de conexões mais rápidas de 10, 20, 100 Mbps, surgiu recentemente um novo padrão para roteadores: o “11AC”, que, entre diversas vantagens, a principal melhoria é mesmo em relação à velocidade. Além de consumir muita banda, informações audiovisuais demandam muita velocidade de comunicação entre seu aparelho e o roteador. Essa seria uma primeira solução para compartilhar link e navegar mais rápido.

“Não adianta ter um super-roteador e um link de 2 Mbps, assim como não adianta ter uma conexão de 100 Mbps e um roteador que limita a 54 Mbps. O segredo para uma casa é o equilíbrio entre o que você usa, a velocidade do seu plano e a capacidade do roteador”, diz Pugliesi.

Outra estratégia é controlar o consumo da sua banda larga e evitar que a velocidade seja reduzida antes do final do mês. Existem diversos softwares gratuitos que oferecem essa função. Esses aplicativos trazem gráficos com os picos na taxa de download e também o total acumulado para determinado período. Algumas ferramentas mostram inclusive quais aplicações usam mais sua conexão e até limitam a banda por programa.

Toda essa história acontece igualzinho nos smartphones. Os pacotes de dados da rede 3G também têm um limite que, quando é ultrapassado, resulta em uma redução drástica da velocidade de navegação. Aí a dica é aproveitar ao máximo os hotspots via wi-fi e controlar o uso; assim como nos computadores, existem apps para monitorar o uso de banda por aplicativo. Inclusive no sistema Android, a opção de monitoramento é nativa do sistema operacional.

Ainda que seja difícil traduzir essas dicas em números, conseguimos tirar do especialista quanta banda seria ideal, além de um roteador rápido, para uma família de até quatro pessoas compartilhar e navegar com boa experiência e sem travamentos dentro de casa.

“O ideal para uma família de quatro pessoas, acessando a internet ao mesmo tempo, é de pelo menos 10 Mbps até 20 Mbps”, explica o gerente de produto da D-Link.

Você também sofre com isso? Ou sua banda larga é suficiente para dividir com todos os membros da família? Participe e conte pra gente; você monitora de alguma forma seu consumo? Deixe seus comentários logo abaixo. Aproveite para conhecer alguns softwares gratuitos que ajudam a controlar o consumo da sua conexão de internet. Aproveite!

Via Olhar Digital

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Microsoft

Review: Windows 8.1 é bonito, personalizável e eficiente

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A Microsoft lançou há duas semanas uma versão prévia do Windows 8.1, a atualização do seu sistema operacional mais recente. A empresa implantou vários recursos novos na plataforma e tornou a atualização praticamente obrigatória para quem já tem o Windows 8. Mas vale lembrar que a versão prévia ainda tem muitas falhas e não é indicada para usuários inexperientes.

A primeira coisa que você deve perceber ao instalar o preview do Windows 8.1 em seu computador é uma relativa perda de desempenho e fluidez nas animações e transições de tela. O sistema ainda é mais pesado que o Windows 8, e isso é normal para uma versão de testes.

A segunda coisa é a resposta da Microsoft ao clamor popular: o botão iniciar está de volta à interface desktop do Windows. Mas aí entra uma pegadinha. O botão não abre o menu Iniciar, que ficou marcado na história do sistema operacional até o Windows 7 e leva o usuário de volta para a interface Metro do sistema. Não é exatamente o que os usuários pediam…

Um recurso importante, que fazia muita falta para alguns usuários, finalmente foi implantado. Agora é possível configurar o computador para que quando ele for ligado, ele automaticamente exiba a interface desktop, em vez de passar necessariamente pela nova tela do Windows, que, convenhamos, não é ideal para o uso com o mouse. A opção pode ajudar a alavancar o sistema entre aqueles que não se acostumaram com as novidades do Windows 8.

Além disso, a Microsoft também se esforçou para tornar a transição de interfaces mais lisa, com a opção de manter o mesmo papel de parede nas duas telas.

O usuário a partir de agora também tem mais opções para personalizar sua tela de início, com novas opções de tamanho para os blocos dinâmicos do Windows. Agora é possível configurá-los para os tamanhos pequenos “Pequeno”, “Médio”, “Largo” e “Grande”. Anteriormente, apenas os tamanhos “médio” e “largo” eram aceitos pela plataforma. Além disso também dá para nomear diferentes grupos de aplicativos para organizá-los melhor.

Uma das novidades mais bacanas do novo sistema é o novo recurso multitarefa do sistema, que permite que dois ou mais aplicativos dividam a tela e funcionem ao mesmo tempo, e o usuário define o espaço tomado por cada um. A Microsoft promete que até quatro aplicativos podem ser executados simultaneamente, dependendo do tamanho das telas, quantidade de monitores e resolução.
E a companhia também tornou o Bing uma parte importante da experiência do Windows 8.1, integrando buscas inteligentes ao sistema. Na versão anterior, o software perguntava que tipo de pesquisa você gostaria de fazer; se era um app, um arquivo, uma imagem, ou uma busca online por determinado assunto… agora, uma pesquisa por uma banda, por exemplo, retorna imagens, lista de canções no Xbox Music, um resumo do artigo da Wikipedia, além de arquivos relacionados que você tenha no HD.

A loja de aplicativos para Windows também foi remodelada para facilitar a descoberta de novos apps. Agora ela é dividida em categorias, e apresenta alguns destaques com os melhores e os mais recentes aplicativos. A página de um aplicativo individual também foi melhorada para apresentar uma descrição mais detalhada do conteúdo do software.

O teclado virtual, indicado para quem usa o sistema em tablets, conta agora com melhores sugestões para autocompletar palavras. A pontuação também ficou mais fácil de ser acessada. Basta segurar para que o botão de interrogação e todos os sinais de pontuação surjam na tela para serem selecionados com facilidade.

Via: Olhar Digital