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Google Analytics é indispensável no e-commerce

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Google Analytics é indispensável no e-commerce

Google Analytics é indispensável no e-commerceA melhor maneira de gerenciar os seus programas de marketing com sucesso é acompanhar a performance da sua loja virtual. É super importante para o sucesso de um e-commerce conhecer exatamente quais aspectos do negócio estão performando adequadamente e quais aspectos não estão sendo bem sucedidos.

Quando o assunto é comércio eletrônico, todos esses aspectos se tornam ainda mais importantes uma vez que o varejista online não está vendo os seus clientes fisicamente.

O Google Analytics é uma ferramenta fantástica. Ele traz informações incríveis sobre fontes de tráfego, receita, top landing pages, taxas de conversão, taxa de abandono etc.

Com o Google Analytics, você tem acesso a insights poderosos sobre como os seus clientes interagem com a sua loja virtual. A partir dessas informações você poderá tomar decisões assertivas sobre melhorias necessárias para a sua loja virtual, e consequentemente aumentar as taxas de conversão de vendas, o aumento do tráfego da sua loja virtual e muito mais.

Uma métrica vital usada para medir a performance de uma loja virtual é a taxa de abandono. O Google Analytics é a ferramenta ideal para fornecer informações detalhadas sobre quais partes do seu web site está performando bem ou não nesse sentido.

Baseado nas informações sobre taxas de abandono, você pode reter visitantes, reduzir a taxa de abandono e melhorar as vendas. Essa ferramenta também irá fornecer uma grande variedade de informações sobre os seus comportamentos com os clientes, a qual você irá ganhar insighs sobre o que está funcionando e o que precisa funcionar. Através do Google Analytics, você pode determinar as fontes de tráfego bem como acompanhar a performance de palavras chaves que atraem tráfego para a sua loja virtual.

Através do Google Analytics é possível saber tudo sobre os visitantes da sua loja virtual. É possível saber qual é exatamente a sua penetração em um determinado estado do Brasil, cidade ou numa região inteira.

Entendendo seus visitantes

É possível também saber coisas bacanas, como qual fatia dos visitantes da sua loja virtual são responsáveis pela maior parte de seu faturamento, e assim corrigir estratégias de marketing digital. Exemplo: 80% do seu faturamento é oriundo dos novos visitantes. Isso significa que seu e-commerce está com um bom aproveitamento para atrair novas visitas (SEO, links patrocinados, link building, Redes Sociais etc). No entanto, seu atendimento deve estar ruim, pois se os clientes não voltam para realizar mais compras, é sinal que não estão gostando!

Através do Google Analytics, você consegue dominar o tema SEO. Aqui você consegue saber:

  • Se o SEO está funcionando, atraindo tráfego qualificado em sua loja;
  • Se suas campanha de links patrocinados está correta, tomando parâmetros para sua correção;
  • Quais palavras chaves geram mais compras;
  • Quais sites de referência (redes sociais, blogs parceiros e etc..) geram melhor retorno;
  • Se a estratégia x aplicada na loja virtual gerou um ROI satisfatório, fazendo com que a campanha tenha valido à pena;
  • Se uma campanha promocional de e-mail marketing teve o resultado esperado.

São muitas as possibilidades de monitoramento de SEO, cabe a você decidir quais utilizar em seu e-commerce.

Através do Google Analytics é possível mensurar a efetividade do conteúdo da sua loja virtual. É possível inclusive mensurar a efetividade de um título específico para cada página de detalhe de produto. Através do Google Analytics podemos ver o faturamento total da loja, a quantidade de produtos vendidos (assim como a listagem individual de cada um), o ticket médio e muitos outros dados.

Você também consegue visualizar quais são os dias que vendem menos, criando promoções especiais para estes dias se tornarem mais movimentados.

Customizando seus relatórios

Outra coisa bacana são os filtros que você pode criar sobre desempenho dos produtos. Aqui, você consegue saber que para o produto X, 50% das vendas vieram através do Google, 33% através da promoção no portal Y, 12% de redes sociais e 5% de campanhas de e-mail marketing. Bacana, né?

Através do Google Analytics você tem ainda ferramentas de suporte a relatórios personalizados, alertas, possibilidade de criar metas e funis de vendas, e consequentemente monitorar a fundo o comportamento de sua loja virtual.

O Google Analytics é uma ferramenta indispensável para qualquer operação de comércio eletrônico que seja ser bem sucedida. Você usa o Google Analytics na sua potência máxima?

Via: Blog do E-commerce 

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Design responsivo é fundamental para crescimento do e-commerce por smartphones e tablets

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Quantos sites você já acessou por meio do smartphone ou tablet e ficaram com uma visualização completamente disforme? Fazemos um zoom-in e out incessante, na tentativa de ler o conteúdo e acessar os links que aparecem muitas vezes com chamadas pela metade. Fora a dificuldade de navegação, que muitas vezes retorna à pagina inicial quando queríamos voltar somente à anterior.

Essa é uma realidade que acontece com frequência, porque a grande maioria dos sites é pensada apenas para desktops e notebooks, mas são cada vez mais acessados por dispositivos móveis. De acordo com o IBGE, em 2013, o número de celulares com acesso à rede chegou a quase 40 milhões, e a expectativa da consultoria IDC estima que os tablets, que já ultrapassaram os notebooks nas vendas, cheguem a 7,2 milhões de unidades vendidas até o final do ano.

As páginas que não oferecem uma boa experiência para as pessoas não são poucas e estão presentes em todos os segmentos, inclusive no e-commerce. As compras realizadas por dispositivos móveis (m-commerce) vêm crescendo ano a ano, e o mercado tem grande potencial. Apesar disso, as 21 principais lojas que concentram 80% do faturamento do comércio eletrônico no Brasil apresentam sérios problemas de navegação mobile, que fazem com que os consumidores desistam de adquirir um produto no meio do processo, prejudicando diretamente as vendas.

A grande complexidade para os programadores é o fato do mercado brasileiro ser dominado por smartphones básicos com conexão lenta, e o grande número de dispositivos com diferentes versões do sistema Android se torna um agravante.

A solução está no chamado “design responsivo”, que vem sendo integrado gradativamente. Trata-se de uma combinação de tecnologias de programação e design que permite ao site customizar suas páginas de acordo com os diferentes tamanhos de telas que o acessa. Desta forma, o layout é automaticamente adaptado para a melhor navegação.

Igualmente importante ao desenvolvimento da estrutura é certificar que ela funciona corretamente, realizando testes e mais testes, nos mais diversos aparelhos disponíveis no mercado. Quanto menor a taxa de erros, maior o número de visitas, o que, para o e-commerce, pode representar aumento no faturamento.

Uma  das plataformas online que oferecem esse recurso é o ME Online  plataforma que é totalmente responsiva.

Via: E-commerce News

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Internet

Você se organizou para o black friday?

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Ano passado muitas empresas tiveram suas marcas “manchada” pelo black friday, se lembram?

Onde muitas aumentaram os valores de seus produtos para conceder um desconto que na verdade não ocorreu, outras concedeu descontos de 10% o que na minha visão não é considerado um desconto atrativo para seus clientes.

Diante disto gostaria de dar algumas dicas de como pode fazer um black friday que venha marcar sua loja virtual: 1º Você já tem um atendimento estruturado ou já pensou em fazer isto, não só para o black friday mas sim para sua loja?

Ter um atendimento ágil garante em média 20% no aumento de conversões em lojas virtuaism esclarecimento de dúvidas e o contato mais próximo ajudam neste resultado.

Já se organizou com as campanhas de link patrocinados? Em um dos nossos clientes o link patrocinado representa 40% das vendas. É um ótimo resultado. Porém você poderá otimizar campanhas para aumentar este resultado, pensa nisto com muito carinho, pois, os resultados serão positivos.

Planejar os descontos sempre é a melhor estratégia, pense nos produtos, estude estes produtos, saiba sua margem, não pense no momento planejamento de grandes promoções vem ao longo do ano e não um dia antes do evento.

Abuse com moderação dos banners em seu site, eles são grandes chamaris para seus clientes, se sua plataforma permite regionalização este é o momento, pois, o cliente do sul pode estar procurando algo diferente do seu cliente do nordeste.

Sua plataforma permite entendimento de perfil de clientes? Isto é uma ótima estratégia para seguimenta-los, prepare clusters diferenciados, envie e-mail marketing da real necessidade de seus clientes, ofereça o que realmente precisa no site todo e vincule um produto ao outro.

Claro que as dicas não são milagrosas mas podem ajudar a ter um aumento nas vendas da sua loja virtual, pense e execute, não deixe para última hora.

Via: E-commerce News 

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E-commerce: entenda porquê a sua empresa precisa ir para o digital

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Você não vai a um lugar se não tiver wireless, seus amigos brigam com você quando em um encontro a sua atenção não sai do celular e todas as suas experiências gastronômicas e de viagens estão registradas no Instagram. O leitor pode até não perceber, mas já é um usuário 3.0 e está bem diferente do que éramos há 10 anos. Antes, atividades como entretenimento, comunicação e computação eram designadas a determinados aparelhos. Para assistir programas, você deveria ligar a TV. Para fazer chamadas, o telefone. Para atividades de computação – que eram super complicadas – o computador. Para se manter informado, revistas ou jornais. Para comprar, teria de ir a alguma loja física. Com os smartphones, todas estas funções foram acumuladas em um só gadget. O que facilitou a vida de muita gente, porém nos tornou muito mais dependentes do celular.

Definitivamente, a vida migrou para o ambiente digital. Quem é antenado no mercado, seguiu os seus clientes e montou um site de e-commerce, inclusive, empresas tradicionalmente físicas. Outras, já começaram sua vida online e não pretendem mudar de meio. Os números não mentem e mostram o quanto o consumidor brasileiro tem se mostrado aberto a estas inovações: segundo a E-bit (empresa que avalia a satisfação de consumidores da área online), de 2008 a 2012, o volume de vendas nos sites brasileiros saltou de R$ 8,2 bilhões para R 22,5 bilhões. Para 2013, a expectativa é que o faturamento mais que dobre, chegando a R$ 28 bilhões.

Um dos motivos deste aumento se dá ao crescimento de lares com acesso à internet. De acordo com dados recentes divulgados pelo Ibope, cerca de 44,85% dos brasileiros estão online e, para as empresas que desejam crescer, nada melhor do que interagir com esse público. Porém, para ter um comércio digital, as estratégias que você já conhece como empresário offline não serão aplicadas. Não basta ter um site bonito e boas promoções. O que efetivamente garante o aumento na venda é a rapidez, eficiência e, principalmente, a funcionalidade do site.

Para o sócio e diretor executivo da Fizzy Marketing Digital, Mattheus Rocha, o empresário tradicional pode esperar grandes mudanças na adaptação para o meio online. “É natural que o ser humano tenha apego ao que já é conhecido e tradicional, o que implica em uma certa insegurança de se investir em técnicas relativamente novas e que ainda não são conhecidas do grande público. As lojas virtuais estão crescendo cada vez mais. Além de representarem um custo operacional baixo em comparação com a administração de lojas físicas, o consumo está migrando para a internet e para o mobile. Além disso, o mercado digital está recebendo a ascendente classe C, que já representa 21% do consumo em lojas virtuais, fenômeno semelhante ao experimentado pelo comércio tradicional há alguns anos”, analisa.

Após garantir que o seu e-commerce está funcional, bonito, seguro e oferece rapidez aliada à qualidade, é hora de divulgar. E as redes sociais são ótimas para isso. Por meio de fanpages no Facebook é possível divulgar seus produtos, atualizar os clientes a respeito de conteúdos relacionados à sua marca e, ainda, atrair mais clientes! A internet está batendo à sua porta com um admirável mundo novo de oportunidades, que tal aproveitar?

Não fique de fora da internet, crie o seu site. Conheça o Me Online (www.meonline.com.br)

Via: Blog Mídia8

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Compra pela internet é mais consciente, revela estudo

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Presença do vendedor inibe consumidores e os estimula a comprar por impulso

Pesquisa realizada pelo comparador de preços Kuantokusta, em parceria com a Netquest, revela que as compras via internet são mais conscientes que as feitas em lojas fisicas. Esta é a opinião de 61% dos entrevistados.

A justificativa é simples: a presença do vendedor, que faz uso intensivo de argumentos para tentar convencer os clientes, inibe o raciocínio e estimula a comprar por impulso. Segundo o levantamento, 57% dos respondentes disseram se sentir pressionados em lojas físicas.

O estudo contou com a participação de 1081 pessoas e foi realizado com o objetivo de traçar o perfil de compra dos e-consumidores. Ao serem perguntados sobre quando foi a última vez em que se arrependeram de uma compra, 43% responderam que ela foi realizada em uma loja física, 28% em uma loja online e 29% não se lembram.

“O resultado ressalta, mais uma vez, que o consumidor gosta de tempo para analisar o produto, avaliar se realmente precisa dele para formar uma decisão de compra consciente e a compra online proporciona isso”, analisa o CEO do Kuantokusta, Flávio Pagotto. Para 32%, a prática de comprar por impulso acontece com mais frequência no processo presencial. No mundo virtual, a taxa cai para 24%.

A pesquisa também mostrou que 54% das pessoas que compram em lojas físicas estão acompanhadas. Já na internet, 73% realizam suas aquisições sozinhas. “Geralmente as pessoas precisam da opinião de alguém confiável e não têm muitas informações sobre o produto. Quando a compra acontece pela internet é mais fácil de encontrar informações e, por isso, elas se sentem mais seguras”, explica o CEO do Kuantokusta.

Via: Olhar Digital

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Como vender na internet

Neste post você vai aprender como vender na internet

O comércio se expande e busca por clientes onde quer que eles estejam, inclusive na Internet e as redes sociais têm um grande papel nas relações interpessoais e econômicas do dia-a-dia.

Diante disso, o comércio enxergou a importância de chamar a atenção dos consumidores e, principalmente cativá-los pela internet.

Muitas empresas ainda questionam a maneira de participar destas redes sociais, como buscar o cliente de maneira subjetiva e livre e como vender na internet.

Afinal, como é possível ser uma empresa inserida na internet, que mantém seu foco e objetivo, sem perder os rumos da estratégia, tempo e claro, dinheiro?

Dicas de como vender na internet

  • Lembre-se de que sua empresa está lidando com pessoas, e não uma “rede mundial de computadores”.
  • Dê preferência a uma rede que tenha o seu público-alvo em maior quantidade, não corra para divulgar em todas as redes sociais, para não desperdiçar tempo e dinheiro.
  • Crie um planejamento.
  • Seja claro e honesto, possibilitando a confiança do cliente em seus produtos e a indicação para amigos e conhecidos.
  • Use de comunicação direta e informal, dê a ideia de liberdade e espaço ao cliente.
  • Relacione seu produto com comunidades e assuntos que o englobe.
  • Divulgue o espaço físico (se houver) e promova a interação com o cliente por meio de cadastros e também de e-mails marketing.
  • Cuidado com o exagero. O internauta detesta Spam e mensagens o tempo todo. Dê espaço para que o consumidor se convença da compra.
  • Promova ações específicas para cada rede, como sorteios, por Bluetooth, tickets, SMS etc.
  • Faça promoções relâmpagos, nenhum cliente gosta de perdê-las.
  • Premie e dê benefícios ao internauta que ajuda a loja na divulgação.
  • Com dicas como essas, qualquer pequeno ou grande negócio poderá potencializar suas vendas pela internet, de maneira estratégica e voltada para a satisfação do cliente.

Se você gostou mas não tem ideia de como fazer ou não tem tempo, a gente separou um conteúdo especialmente para você ter resultado usando o facebook com apenas 30 minutos por dia, dá uma olhada aqui 😉

Se você quer criar uma loja virtual, veja esse post que escrevemos explicando o passo-a-passo para começar a vender pela internet.

#FicaAdica 🙂

 

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E-commerce Notícias Redes Sociais

O poder de influência das Redes Sociais no E-commerce

O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o com Score, em agosto deste ano. As Redes Sociais no E-commerce tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência muito importante.

Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009.

A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores.

Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais.

Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet.

A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente.

As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra online.

Consumidores ativos nas redes sociais

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado.

Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igualmente entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino.

Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres. Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens.

Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra.

A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

Redes Sociais no E-commerce em alta

O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas.

Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio.

É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea. O cliente além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criados pelos e-consumidores e não mais pela marca.

A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca-a-boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente.

Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade.

As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.

As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas.

A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo.

Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também uma rede de amigos e é preciso conquistá-los.

Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

Fonte: blogdoecommerce

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E-commerce já movimenta mais que shoppings de SP

O comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil no primeiro semestre de 2010, uma alta de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados elevam o e-commerce a um novo patamar de importância, já que ele ultrapassa as vendas dos shopping centers da Grande São Paulo.

Vale destacar que a base de comparação envolve diferentes geografias, pois os dados são nacionais para o comércio eletrônico e apenas da Grande São Paulo para shoppings. Se considerada apenas a região metropolitana para o e-commerce, o número cai para R$ 1,25 bilhão, o que não deixa de ser uma alta expressiva de quase 30% em relação ao ano passado.

A pesquisa foi desenvolvida pela Fecomercio em parceria com a empresa E-Bit.

O estudo mostrou ainda que o faturamento total do varejo na Grande São Paulo chegou a R$ 55,62 bilhões no semestre, uma expansão de 10% na comparação com o mesmo período de 2009. A expectativa é que até o final do ano, a alta seja de 7% nesta comparação, sendo 6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico.

“O comércio eletrônico deverá crescer na base de 30% ao ano e, se isso ocorrer mesmo, as vendas desse segmento devem superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração nos próximos dois anos”, analisou em comunicado Antonio Carlos Borges, diretor executivo da Fecomercio.

O comércio eletrônico é atualmente a nova força do varejo paulista. O ranking é liderado por Supermercados (34,1% do mercado), seguido por Comércio Automotivo (17,5%), Lojas de Vestuário, Tecidos e Calçados (12,5%), Lojas de Material de Construção (8,8%), Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos (8%), Farmácias e Perfumarias (7,9%), Lojas de Departamentos (5%), Lojas de Móveis e Decorações (3,9% )e Comércio Eletrônico (2,3%).

FONTE: m&m online

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Cinco cuidados com compras de Natal online

A época de compras de Natal é também o período em que serviços de proteção ao consumidor, como Procon, Idec e Pro Teste,mais recebem queixas de usuários de falhas das lojas online.

De acordo com estudo do Procon paulista, as reclamações mais comuns são entrega fora do prazo estipulado no contrato de compra, entrega de produto diferente do solicitado pelo consumidor e produto entregue com defeito.

Nos meses de novembro e dezembro crescem também as denúncias de fraude na internet, como a publicação de sites falsos, que recolhem dados de usuários como número de cartão de crédito e dados pessoais para a prática de crimes.

Via INFO Online