Categorias
Notícias

E-commerce brasileiro cresce 21% no primeiro semestre

Imagem Divulgação

Ao todo, foram realizadas 29,6 milhões de compras, com valor médio de R$ 346 cada

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e o e-Bit lançaram nesta quarta-feira (22/08) a 26º edição do relatório Webshoppers. O estudo é resultado de uma pesquisa realizada pelo e-Bit junto a 8 mil lojas virtuais.

O relatório aponta que o comércio eletrônico no Brasil cresceu 21% no primeiro semestre de 2012, faturando R$ 10,2 bilhões. Neste período, 5,6 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, somando 37,6 milhões de e-consumidores.

Nos seis primeiros meses do ano, foram realizadas 29,6 milhões de compras em e-commerce, com valor médio de R$ 346 cada, montante que supera os 25 milhões de pedidos registrados no mesmo período do ano passado. A expectativa de crescimento para o segundo semestre é de 20%, com faturamento de R$ 22,5 bilhões.

Dentre as categorias de produtos mais vendidos estão: as de eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos (empatadas en primeiro lugar com 13%); em seguida vêm moda e acessórios( com 11%); livros, assinaturas de revistas e jornais (10%); e produtos de informática (9%).

Já o mercado de compras coletivas, no primeiro semestre, totalizou 12 milhões de cupons vendidos, com valor médio de R$ 60. Ao todo foram mais de 83 mil ofertas anunciadas. O estudo ainda mostra que, em junho de 2012, 1,3% das compras online foram realizadas por meio de aparelhos móveis. No mesmo período de 2011 esse indicador era de 0,3%.

Amazon

Nesta edição do Webshoppers, foi realizado um levantamento sobre a chegada da Amazon no Brasil. A pesquisa ocorreu entre 3 e 12 de agosto e contou com 3.125 respostas.

Do universo pesquisado, 26% das pessoas já compraram na Amazon e gastaram, em média, R$ 158 em sites internacionais. Mas, na Amazon eles chegam a desembolsar R$ 172. Porém o valor é inferior ao gasto na BestBuy, que tem um gasto médio de R$ 212.

Índice FIPE Buscapé

Nos últimos 12 meses, de junho de 2011 a junho de 2012, a radiografia de preços do setor realizada pelo relatório FIPE Buscapé registrou uma queda de -7,07 % nos preços dos produtos vendidos no comércio eletrônico. A categoria com maior queda no período foi a de eletrônicos (-14,85%), seguido de telefonia (-13%) e eletroeletrônicos (-14,85%).

Via: Olhar Digital 

Categorias
Notícias

Meu Shopping – Faça suas compras pelo Facebook!

Google Imagens

Nova modalidade de e-commerce usa a rede social para comercializar produtos e serviços

Stephanie Kohn

Depois do e-commerce, a onda agora é o f-commerce, um comércio eletrônico dentro do Facebook. A prática funciona como o e-commerce tradicional, mas ao invés de usar o próprio site para fazer as vendas, as empresas comercializam seus produtos usando a plataforma da rede social.

De acordo com o jornal O Globo, atualmente o f-commerce já corresponde a 20% das vendas online de grandes marcas norte-americanas. E as projeções de faturamento mundial da nova prática são de US$ 4 bilhões para 2011 e US$ 30 bilhões para 2015. Só nos Estados Unidos, as estimativas são de US$ 1 bilhão em vendas para este ano e US$ 15 bilhões para 2015.

Aqui no Brasil, o primeiro aplicativo baseado na tecnologia f-commerce foi lançado há vinte dias e já está dando bons resultados. Chamado de Meu Shopping, o app da rede social funciona como um agregador de marcas que usam f-commerce. Segundo Tatiana Albuquerque, diretora geral da E-like – empresa responsável pelo aplicativo –, o Meu Shopping foi criado para que as empresas pudessem abrir uma loja online dentro da rede, levando seus produtos e serviços até os clientes com a ajuda da plataforma. “As marcas querem se integrar às redes sociais e, com isso, estar mais próximas do público”, ressalta a executiva.

O aplicativo funciona da seguinte forma: logo ao acessar, o internauta vê a lista de empresas participantes. Então, para ter acesso ao f-commerce de cada marca é preciso primeiro curti-las. A partir daí, é só navegar pela página – com template padrão a todos – e escolher o seu produto. “Nós fornecemos apenas a plataforma com todos os recursos de uma loja online, somados aos plug-ins desenvolvidos pela E-Like. Os clientes é que fornecem os conteúdos e administram as compras”, explica Tatiana.

Marcas como Enoteca Fasano, Hope, Pepper, Maria Bonita Extra, Cantão, Redley, Richards, Sack’s, Reserva, Glamour, Mara Mac, Salinas e Castelinho já contam com o app para realizar compras e algumas delas, como a Maria Bonita Extra, não tinham nenhum canal de vendas em seu site. “O usuário pode incluir um produto em uma lista de desejos dentro do Meu Shopping, além de compartilhar seus produtos favoritos e até presentear um amigo com e-gift. O aplicativo, inclusive, mostra quais são os aniversariantes do dia”, conta a executiva.

A ideia é que o Meu Shopping reúna apenas marcas consideradas “premium”. “O Facebook é o metro quadrado mais caro da internet e a estrutura do aplicativo permite que uma loja contribua com a outra. Portanto, é necessário manter apenas lojas elitizadas dentro da plataforma, assim nenhuma se sente prejudicada”, comenta.

Segundo a diretora geral do aplicativo, ainda não houve nenhuma divulgação do app, porque trata-se de uma versão beta, que ganhará novas funcionalidades em breve. Mas, algumas das marcas que já divulgaram a novidade para a imprensa multiplicaram suas vendas e tiveram um incremento de mais de 30% no número de fãs.

Se você quer conhecer o Meu Shopping, clique aqui, acesse o aplicativo pelo Facebook e esteja preparado para ir às compras.

Fonte: OD