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Portal auxiliará jovens que desejam estudar fora

Renata Pereira Moraes, coordenadora do Estudar Fora: apoio a jovens talentosos
Renata Pereira Moraes, coordenadora do Estudar Fora: apoio a jovens talentosos

A Fundação Estudar estreia, na segunda-feira (17), um portal dedicado a preparar jovens brasileiros com idade até 35 anos para estudar fora do Brasil em colégios e universidades de ponta em países da Europa e Estados Unidos.

De acordo com Renata Pereira Moraes, coordenadora do portal Estudar Fora, o site reunirá serviços de treinamento e informações para orientar os estudantes que, antes, ficavam restritas aos frequentadores da Fundação Estudar, entidade fundada há vinte anos para fomentar o estudo fora do Brasil.

“Nossa fundação atua na qualificação de jovens talentos, enviando-os para as universidades e colégios mais avançados do mundo. Grande parte da nossa experiência, no entanto, não estava facilmente disponível para qualquer estudante, por isso, decidimos criar um portal para reunir todas estas informações”, afirma Renata.

Segundo a coordenadora do Estudar Fora, o portal reunirá dados para atender desde estudantes que já falam inglês fluente e apenas desejam tirar dúvidas sobre a vida fora do Brasil até iniciantes, que ainda precisam obter proficiência na língua estrangeira para tornarem-se aptos a disputar uma vaga numa instituição de ensino do exterior.

Oportunidades de bolsas, tipos de cursos disponíveis, onde morar e até dicas para adaptar-se à vida universitária em outro país serão publicadas no Portal. De acordo com Renata, o site atenderá alunos que desejam fazer o ensino médio no exterior, encontrar uma universidade ou mesmo fazer uma pós-graduação fora do Brasil. “Nosso enfoque é bastante amplo”, diz.

Além das informações sobre cursos, o portal reunirá ferramentas de treinamento, como vídeos em inglês e palestras ministradas por professores e ex-alunos de instituições de prestígio. “Os vídeos em inglês serão legendados, mas considero importante que o aluno ouça as explicações na língua estrangeira, como forma de habituar-se ao idioma que escutará em sala de aula”, afirma Renata.

Entre as iniciativas digitais da Fundação Educar está uma ação de crowdfunding que ajuda a financiar os estudos de jovens talentosos sem recursos. Um dos projetos em andamento busca arrecadar recursos para financiar os estudos da estudante Bárbara Cruvinel Santiago, 17 anos.

Bárbara concluiu o ensino médio no colégio Objetivo, na cidade de Santos, em São Paulo, e tenta arrecadar R$ 108 mil reais para estudar física na Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Via: Info

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Como se formam os furacões?

Furacão: Imagem Divulgação
Furacão: Imagem Divulgação

Mas como são formados os furacões? Qual a diferença entre furacão e tornado? A notícia do momento é o furacão Sandy devastando os Estados Unidos.

Basta ligar a TV ou navegar pela internet para vermos notícias referentes ao furacão Sandy e sua devastação que está ocorrendo nos EUA. O fenômeno fechou a bolsa de valores de Nova York, algo que não acontecia desde os atentados de 11 de setembro, em 2001. O transporte da cidade também teve seus maiores danos em seus 108 anos. A tempestade causou graves danos à infraestrutura do metrô, dos trens, dos ônibus e dos túneis da região. Já foram contabilizadas, ao menos, 43 mortes.

Mas como se formam esses furacões? Qual a diferença desse fenômeno para outros, como os tornados? Existem algumas diferenças básicas que devemos levar em conta:

FURACÃO x TORNADO

O furacão é uma tempestade poderosa que produz ventos muito rápidos e só surgem em mares de águas muito quentes: no mínimo 27 graus centígrados. O “olho” do furacão pode possuir um diâmetro de até 16 km, mas é uma zona calma, com ventos de até 30 km/h. O grande problema é no turbilhão que o cerca, esse sim com ventos superiores a 300 km/h. Já o tornado (o funil que desce do céu) pode se formar em qualquer lugar, mas é mais freqüente em lugares próximos a linha do Equador.

Enquanto furacões podem durar vários dias e atingem centenas de quilômetros, tornados raramente possuem diâmetro maior de 1 km e duram de alguns minutos a poucas horas. O problema é que tornados possuem ventos extremamente violentos, com algumas ocasiões ultrapassando os 500 km/h! Ou seja, diga adeus para qualquer coisa que esteja em seu caminho.

COMO SE FORMAM OS FURACÕES?

Quando o ar do oceano é aquecido, ele evapora e vai formando quantidade de ar quente que sobem em colunas. Assim, deixa a região próxima à superfície do mar com menos pressão. Com esse espaço livre, o ar frio (que tem uma pressão maior) invade a área e acaba se aquecendo também, subindo ao céu em movimentos circulares. Enquanto o ar quente vai subindo, o espaço de baixa pressão continua sendo tomado. No céu, o ar quente esfria e, junto com a água que ele contém, transforma-se em nuvem. Assim, o calor do oceano acaba alimentando e fornecendo energia para as nuvens.

Como se formam os furacões?
Como se formam os furacões? – Imagem Divulgação

Quando o furacão atinge terra firme perde a sua fonte de energia, o que faz com que comece a perder força, mas não sem antes atingir várias localidades e causar efeitos devastadores, dependendo de sua classificação.

CLASSIFICAÇÃO DOS FURACÕES

Mas como funciona o sistema de classificação dos furacões? Ela é feita de forma bem simples, dentro de uma escala chamada Saffir-Simpson, que considera a pressão medida no centro do fenômeno, velocidade dos ventos e tempestades provocadas pelo furacão.

CATEGORIA 1:

Não causa muitos danos em estruturas, apenas algumas inundações, além de arrastar árvores. Ventos com velocidade de 119 a 153 km/h.

CATEGORIA 2:

Danos moderados. Provoca estragos em árvores, trailer e letreiros. Dependendo da estrutura, pode destelhar casas e causar danos em construções. Ventos com velocidade de 154 a 177 km/h.

CATEGORIA 3:

Danos graves. Destelham casas e danificam portas e janelas, além de estruturas de edifícios menores. Arrastam trailers e causam bloqueio de ruas quando derrubam árvores. Ventos com velocidade de 178 a 209 km/h.

CATEGORIA 4:

Danos muito graves. Destrói residências e arranca um grande número de árvores. A energia elétrica normalmente só é normalizada após algumas semanas. Ventos com velocidade de 210 a 249 km/h.

CATEGORIA 5:

Danos extremos com velocidades acima de 249 km/h. Destróis casas e indústrias, arranca árvores e devasta uma região inteira. O furacão Katrina, em agosto de 2005, é um exemplo dessa categoria.