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Prefeitura vai emprestar tablets em praças públicas

Imagem Divulgação
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A Secretaria Municipal de Serviços vai comprar tablets que poderão ser retirados pela população nas 120 praças de São Paulo onde serão instalados pontos de Wi-Fi gratuitos.

Segundo o secretário da pasta, Simão Pedro, os aparelhos devem ser retirados gratuitamente após a apresentação do documento de identidade, que ficará retido até a devolução.

“Serão pelo menos uns 40 tablets por praça, esse é o nosso objetivo. A pessoa deixa o documento e fica usando o equipamento na praça com Wi-Fi”, afirmou Simão ao Estado.

Os pontos públicos de internet banda larga serão instalados em todos os 96 distritos de São Paulo, em locais de grande concentração de pessoas, de acordo com o governo.

Outubro

O edital para a compra dos tablets deve ser publicado até o fim de junho, conforme o secretário. A expectativa da Prefeitura é de que o serviço de Wi-Fi nas praças esteja funcionando em outubro e atenda 190 mil usuários por mês. Ainda não há previsão de quanto o projeto vai custar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via: Info

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Governo prepara investimento de R$ 100 bi em banda larga

Imagem Divulgação
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Dois modelos de investimentos ainda estão em discussão. Em um deles, operadoras passariam a prestar serviços em regime privado

O governo prepara um pacote de investimentos em telecomunicações de R$ 100 bilhões para os próximos dez anos, segundo a Folha de S. Paulo. A injeção de dinheiro será somada aos planos de infraestrutura lançados no ano passado.

Três ministérios (Fazenda, Comunicações e Planejamento) discutem uma proposta que prevê a substituição da rede de fios de cobre, usada para levar internet às residências, por fibra óptica, que torna a conexão dez vezes mais rápida.

O projeto trará mais qualidade no serviço prestado e irá gerar desenvolvimento de uma cadeia produtiva para abastecer as grandes empresas, o que abrirá caminho para os pequenos negócios.

De acordo com o jornal, dois modelos de investimentos estão em discussão. No entanto, um deles despertou mais simpatia entre os agentes envolvidos: a divisão de custo entre o governo e as operadoras.

Neste modelo, as teles ganhariam do governo de forma definitiva todos os bens que receberam na época da privatização da Telebras, além de acesso às linhas de crédito do BNDES, em troca de parte do investimento.

Desta forma, o governo acabaria com a concessão (que segue até 2025) na telefonia fixa, assim como já acontece na móvel, e os serviços passariam a ser prestados em regime privado.

As operadoras, por sua vez, poderiam escolher em permanecer na concessão ou fazer a migração. No segundo caso, elas teriam liberdade para fixar preços de chamadas, por exemplo.

O legado da Telebrás é estimado em R$ 17,3 bilhões, sendo que os bens reversíveis valem metade disso. Entre eles estão prédios, obras de arte, orelhões e fios que teriam que ser devolvidos ao governo no fim do prazo de concessão.

Via: Olhar Digital