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Copa do Mundo de 2014 gera 164 oportunidades de projetos em TI

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Estudo da FGV e Sebrae destaca que serão investidos R$ 309 milhões em tecnologia para suportar o mundial de futebol

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) será um dos quatro setores bastante beneficiados no Brasil pela Copa do Mundo da FIFA de 2014 – ao lado de turismo, construção civil e produção (associada ao turismo). A constatação faz parte de um estudo realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com o intuito de detectar as oportunidades de negócio geradas pelo evento.

O documento aponta que, só em TI, as empresas do setor têm oportunidade de atuar em 164 atividades relacionadas à Copa do Mundo e que farão parte dos investimentos de R$ 309 milhões em tecnologia previstos para suportar o evento, segundo estimativas da Ernst & Young.

“Para tecnologia da informação, por exemplo, essa demanda pode ser originada no setor público, em obras como estruturação de estádios, centros de mídia e international broadcasting center (centro de transmissão internacional)”, cita o documento divulgado pela FGV e Sebrae.“Essa demanda também é privada, ou seja, são as necessidades das empresas e de consumidores finais por soluções de TI, em termos de, por exemplo,transmissão de dados, software e serviços”, complementa.

O estudo, batizado de Mapa de Oportunidades, ainda traz detalhes de todos os projetos relacionados à TI que podem ser atraentes para pequenas e médias empresas, assim como os detalhes para que os interessados participem de licitações.

Via Olhar Digital

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Camisa da Copa é feita com garrafas PET

A Nike apresentou as novas camisas para a Copa do Mundo 2010, na África do Sul
Por Paula Rothman, de INFO Online

Em um evento em Londres, a empresa escolheu o jogador brasileiro Alexandre Pato, do Milan, para mostrar a nova camisa oficial amarela da Seleção Brasileira.

Assim como a camisa azul, já anunciada, a amarela é feita com novo tecido Dri-Fit a partir de garrafas PET.

São necessárias até oito garrafas para produzir uma camisa e, segundo a Nike, o processo de fabricação diminui em até 30% o consumo de energia se comparado ao uso de poliéster novo.

Além do Brasil, Portugal, Holanda, Coréia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia também devem usar uniformes mais verdes no mundial.

Outra novidade anunciada é que as camisas oficiais, que eram desenvolvidas exclusivamente para os jogadores, também passam a ser vendidas em lojas.

Via INFO Online