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Empresas e mídias sociais: tuitar no horário de pico é um bom negócio?

Imagem Divulgação

A resposta não é tão óbvia quanto pode parecer. É preciso, antes de tudo, conhecer o perfil do seu seguidor

Pesquisa divulgada neste ano pelo Scup, empresa especializada no monitoramento de redes sociais, revelou que quinta-feira foi o dia com maior movimentação no Twitter no Brasil em 2011, com um total de 5,8 milhões de mensagens.

O horário de pico aconteceu entre 14h e 17h. Logo em seguida aparecem a quarta-feira e a terça-feira, com ápices em faixas horárias semelhantes.

Ao analisar os resultados, a conclusão de boa parte das pessoas é: se esses são os dias e horário de maior tráfego, é nesse período que devo concentrar minhas mensagens, correto? Eu respondo: nem sempre. Para descobrir a melhor maneira de potencializar seus posts você deve conhecer o comportamento dos seus seguidores e de tuiteiros com a mesma afinidade, e não da maioria dos usuários do Twitter.

Vale observar que a pesquisa apontou quais dias os usuários mais tuitavam. A pessoa pode ter tuitado mais nesse horário, porém nada garante que ela estivesse lendo. A pequisa também não especifica quem estava respondendo ou retuitando mensagens, que são dados muito mais importantes para análise estratégica. E mais: quanto maior a concorrência, ou seja, o número de postagens escritas por terceiros naquele momento, mais diluída ficará sua mensagem na timeline de seu seguidor.

Especialistas em marketing digital orientam que, na média, sejam enviados entre 5 a 10 tuítes por dia, em horários espaçados. Mas, como disse anteriormente, o número exato de mensagens e o período ideal vai depender muito do perfil dos seus followers. Há pessoas e empresas que postam com grande sucesso mais de 30 mensagens por dia, e outras que, para ter êxito, não precisam mais do que três.

Para conhecer melhor seu follower e detectar oportunidades baseadas em hastags e tendências, há diversas ferramentas gratuitas na internet, como o Crowdbooster, o Trendsmap e o Social Bro. Este último, além de elaborar um relatório personalizado com melhor horário para postagem, de acordo com o hábito de seus seguidores, também indica contas para serem seguidas por nível de afinidade e influência, sendo um ótima maneira de prospecção.

Via: Olhar Digital

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Quer trabalhar com mídias sociais? Veja quatro dicas para conseguir uma vaga

Quer trabalhar com mídias sociais? Veja quatro dicas para conseguir uma vaga

Mercado de profissionais para a área de mídias sociais está crescendo. Fique de olho em alguns detalhes que podem te ajudar na hora da entrevista.

Em um universo que já foi dominado por áreas como medicina, engenharia, direito e outras profissões, os trabalhos envolvendo a internet têm crescido de maneira constante – especialmente no que diz respeito às mídias sociais.

Só nos Estados Unidos, cerca de 30 mil vagas estão abertas para quem gosta e tem interesse em ingressar nesse mercado.

Mas, o que fazer para, digamos, se adequar a esse tipo de oportunidade? Antes de tudo, vale lembrar que não basta ter uma conta no Twitter ou Facebook.

Pensando nisso, o site Mashable listou quatro dicas que com certeza vão te ajudar quando o assunto são redes sociais, principalmente na hora de preencher uma vaga.

1. Quantifique suas experiências nas mídias sociais das empresas

Você já sabe que, antes de comparecer a uma entrevista de emprego, aconselha-se buscar conhecer a companhia e estudá-la, para se diferenciar dos demais candidatos.

E nas empresas de mídias sociais não é diferente.

Contudo, é necessário se mostrar ativo e interessado nas ferramentas sociais da companhia – tudo, claro, de maneira discreta e informal, pois lembre-se: você está falando com alguém de maneira profissional, e não com um amigo, por exemplo.

Muitos entrevistadores questionam qual foi a importância das redes sociais em experiências de trabalho anteriores.

Logicamente, quanto mais experiências, melhores chances do empregador perceber que você tem potencial para administrar funções da área.

Feito isso, como dar o seu melhor e conseguir um emprego? Primeiro, certifique-se de quantificar o impacto das redes sociais durante sua última experiência profissional.

Seu currículo ou carta de apresentação, por exemplo, podem fornecer alguns dados específicos sobre sua participação nesses sites.

Algo como “Ajudei a estabelecer um aumento de duas vezes o tráfego de usuários no Twitter para nossa página de produtos, o que resultou em um crescimento de 50% na receita trimestral”, ou até “Auxiliei no aumento de participação dos internautas no Facebook: de uma média de 24 comentários por semana, saltou para 75, em um período de três meses”.

2. Prepare o caminho para ser bem visto na web

De acordo com Amy Porterfield, uma consultora de mídias sociais americana, “quando existe a oportunidade de contratação para cargos em mídias sociais, as empresas vão buscar informações sobre você, antes de qualquer outro lugar, na internet”.

E é verdade. Para se ter uma ideia, 69% das empresas já rejeitaram candidados por causa de sites de relacionamento, e 47% dos recrutadores realizam pesquisas sobre o entrevistado nas redes em que estão cadastrados.

Nesse caso, é recomendado que você otimize seu Facebook, LinkedIn, Twitter ou qualquer conta em outros sites, e que você acrescente todos eles em seu currículo.

A participação também é fundamental, como ter um blog e atualizá-lo com frequência, ou fazer um canal de vídeos no YouTube.

Estes são apenas alguns exemplos de como mostrar que você já domina habilidades nas mídias sociais.

3. Faça cursos online de mídias sociais

Algumas universidades gastam mais tempo com conceitos sobre marketing e não investem tanto em ferramentas online.

Com isso, uma maneira de se diferenciar e buscar conhecimento é se matricular em programas de formação profissional, que trabalham em habilidades para aumentar seu desempenho e acrescentar maiores especificações ao seu currículo.

4. Por último, e não menos importante: não seja “careta”, e sim descontraído

Geralmente, muitas vagas de emprego exigem certos comportamentos para os entrevistados.

Algumas pessoas, por exemplo, não gostam de trabalhar com roupas mais sociais e, em outros casos, efetuam funções mais fechadas e mecânicas, sem direito à opinião.

No entanto, a mídia social é baseada totalmente na personalidade do indivíduo ou da empresa.

Dessa forma, o candidato pode expressar seu senso de humor, ser criativo e um grande comunicador diante daquilo que gosta de fazer – tudo para impressionar os recrutadores.

Fonte: OlharDigital