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Marketing digital para pequenas empresas

É cada vez maior a busca por soluções de marketing digital para pequenas empresas nos dias de hoje, e não é para menos

O Brasil conta atualmente com mais de 100 milhões de Internautas e empresário algum pode se dar ao luxo de ignorar um público desses.

Mais ainda, o mercado do marketing online não se restringe aos usuários de computadores, pois os dispositivos móveis como smartphones e tablets já possuem 53 milhões de usuários acessando a Internet através deles.

Por que a opção pelo marketing digital para PMEs?

A aplicação ou não de estratégias de marketing digital para pequenas empresas não é mais uma questão de opção e sim uma imposição do mercado. Da mesma forma que a empresa ter ou não um site já é discussão passada, estar ou não presente no ambiente do marketing online também já é uma questão de sobrevivência para as PMEs.

Em um mundo cada vez mais conectado, ignorar os canais digitais é jogar fora um público que atualmente realmente faz toda a diferença. Com a convergência digital, querendo ao não todos estão, de alguma forma conectados, seja em seus computadores, smartphones, tablets ou vídeo games. É inevitável. A Internet está por toda parte.

Marketing digital x Marketing Convencional

Quando indicamos o caminho do marketing digital para pequenas empresas, não estamos de maneira alguma dizendo que você deve ignorar daqui por diante o marketing tradicional, muito pelo contrário, estamos falando na sinergia do marketing digital com o convencional. Os dois se completam e se fortalecem quando usados de forma coordenada.

Um bom plano de marketing digital deve ter como base a integração dos diversos canais disponíveis, tanto no marketing digital como também no marketing convencional, e para isso é necessário entender a função de cada canal em seu ambiente para poder criar a ponte entre um e outro.

Sua empresa ainda não tem um plano de marketing digital?

O primeiro passo para a criação de um plano de marketing digital é definir muito claramente seus objetivos e orçamento disponível. Sem isso você estará simplesmente jogando dinheiro fora em suas ações de marketing online.

Para ter sucesso no marketing digital é preciso identificar claramente seu público alvo, canais utilizados, padrões de utilização e outras características, para então poder desenvolver uma estratégia de marketing online realista e que surta efeito de verdade.

Sua empresa no mundo online

Imagine a quantidade de negócios que sua empresa pode gerar através de uma bem estruturada campanha de e-mail marketing ou então através de uma boa audiência nas redes sociais. Pense no quanto seu negócio poderia lucrar com uma grande exposição nas páginas de respostas dos grandes buscadores como o Google, por exemplo.

O marketing digital para pequenas empresas abre portas para um mundo novo de oportunidades de negócios e a conquista de novos mercados que por uma questão até mesmo de logística, o marketing convencional não consegue atingir. São essas as oportunidades que tem levado cada vez mais, pequenos e médios empresários a buscarem as técnicas e ferramentas do marketing online para divulgação de suas empresas na Internet.

A resistência cria um diferencial

O cenário do marketing digital para pequenas empresas é promissor, mas infelizmente alguns empresários ainda resistem à ideia de criar uma presença sólida na Internet, mas essa resistência pode acabar se transformando em um grande diferencial para a sua própria empresa.

Se o seu concorrente resolveu ignorar o potencial publicitário do marketing online, talvez seja essa a chance que você estava esperando para partir para a tomada do mercado que ele vem desprezando nessa área. Já pensou nisso? A teimosia do seu concorrente pode estar jogando no seu colo uma fatia de mercado que em outras situações lhe custaria caro conquistar. É o marketing digital entrando como diferencial da sua empresa.

A descoberta de um mundo novo

Você pode argumentar que não tem uma estratégia de marketing digital simplesmente porque não conhece as técnicas e ferramentas necessárias para a divulgação da sua empresa na Internet, mas isso não é desculpa.

Até bem poucos anos atrás sua empresa não tinha nem computador e muito menos acesso à Internet, mas você e seus colaboradores aprenderam a usar essa nova ferramenta, concorda? Por que com o marketing digital seria diferente?

Você pode até mesmo partir para a terceirização desse serviço, mas nós sabemos que ninguém melhor para conhecer sua empresa e seus clientes, do que você mesmo. Por isso, porque arcar com os custos de uma agência digital se você pode capacitar seus colaboradores para desempenharem essa tarefa de forma profissional?

Pense nisso 🙂

#ficaAdica

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Comércio eletrônico para pequenas empresas

Imagem Divulgação
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Comércio eletrônico para pequenas empresas

O Brasil vive um momento surpreendente: quatro em cada dez adultos sonham em ter seu próprio negócio. Este dado foi constatado pelo Estudo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2012, que aponta a existência de 36 milhões de empreendedores no país.

Mesmo considerando que apenas pouco mais de 8 milhões formalizaram seus negócios, as pequenas empresas são a grande base de sustentação da nação. Constituem 99% dos empreendimentos e respondem por 52% dos empregos e 25% do PIB. Entretanto, são pouco inovadoras em toda a América Latina, inclusive no Brasil.

Estudo realizado há mais de dez anos pela Booz & Company mostra três estratégias básicas de inovação que podem ser adotadas pelas empresas.

Uma delas é a Need Seekers, caracterizada pela busca permanente da antecipação das necessidades dos clientes. Apple, 3M e Facebook são bons exemplos de adoção dessa estratégia.

Market Readers, por sua vez, são as empresas que buscam aperfeiçoar e trazer melhorias aos produtos e serviços existentes, aproveitando as tendências de mercado. No Brasil, a companhia aérea Azul representa bem essa categoria, e é considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo. A empresa introduziu um novo modelo de serviços de bordo, que inclui até mesmo dezenas de canais de tevê ao vivo durante os voos.

Por fim, Technology Drivers, é o perfil típico das empresas que usam de forma intensa a tecnologia para melhorar e transformar seus produtos ou serviços, casos de Google e Amazon.

O comércio eletrônico pode (e deve) ser utilizado como base de inovação para as pequenas empresas, não somente pelas gigantescas oportunidades que existem em torno desse mercado, inclusive pelas três principais estratégias de inovação.

Um balanço do primeiro semestre de 2013, elaborado pelo e-Bit, aponta o faturamento de quase R$ 13 bilhões, representando um crescimento nominal de 24% em relação ao mesmo período de 2012. A expectativa é fechar o ano com R$ 28 bilhões de faturamento.

Entretanto, o principal ponto a se compreender sobre o e-commerce é que o modelo de negócios, as estratégias e a gestão são pontos mais relevantes que a própria tecnologia utilizada para realizar as vendas no mundo digital. Vejamos:

Modelo de vendas por assinatura. Muitos ainda pensam que essa estratégia só é utilizada para venda de conteúdos ou serviços, como o Netflix, que fornece tevê pela Internet a 33 milhões de usuários. Entretanto, o varejo on-line já comercializa uma série de produtos nessa modalidade: alimentos orgânicos, produtos regionais, vinhos e até mesmo cuecas e meias.

Mas quem nunca ficou em dúvida sobre qual produto comprar, dentre as dezenas ofertadas on-line? Muitas vezes são tantas as opções que desistimos da compra. Já pensou se uma modelo famosa te ajudasse na compra do sapato ideal para determinada ocasião? Para adotar essa estratégia, tecnicamente conceituada como Curadoria, em sua loja virtual não é preciso contratar necessariamente uma celebridade. O importante é que o curador tenha autoridade e identificação com o público.

Já Crowdsourcing é o modelo segundo o qual os produtos são elaborados com ajuda da inteligência coletiva do público. Um bom exemplo dessa prática é uma empresa especializada em venda de camisetas, que através de concursos com prêmios em dinheiro, utiliza seus próprios clientes para a criação de suas estampas.

Como estratégia de inovação, algumas lojas on-line estão atuando em mercados de nicho, como a venda de roupas e sapatos em tamanhos maiores que o usual, produtos regionais ou voltados para determinados grupos culturais ou sociais.

A oferta de produtos exclusivos também vem dando resultados. Assim, os clientes saberão que somente a sua loja é fornecedora daqueles produtos.

A venda de itens personalizados pelos próprios clientes é outra forma de aplicação inovadora do comércio eletrônico. Detalhes nas roupas, acessórios e estampas enviados pelo próprio consumidor tornam sua peça única.

Enfim, inovar é inventar algo que possa ser utilizado pelos seus clientes de forma que eles percebam o quanto sua empresa é diferente das demais. O comércio eletrônico, graças à sua flexibilidade e interação com o consumidor, pode ser o principal agente de desenvolvimento da inovação para as pequenas empresas. Mas, o mais importante é que o empreendedor tenha em si a cultura da excelência e da diferenciação. Do contrário, ele será apenas mais uma “lojinha na Internet”.

Conheça o Me Online que, tem sistema de pagamento para empresas que estão começando.

Via: Blog do E-commerce

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5 motivos por que o marketing digital é ideal para pequenas e médias empresas

Imagem Divulgação
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Boas ideias muitas vezes morrem por falhas na execução. Um dos desafios mais comuns durante a etapa de go-to-market é a definição de estratégias de comunicação, que tragam resultados, mas ao mesmo tempo caibam no orçamento de uma pequena ou média empresa (PME).

A internet é uma bonita história de empreendedorismo, não somente porque criou grandes corporações do zero, como Google e Facebook, mas porque dá a oportunidade para pequenos empresários venderem seu peixe de forma mais racional e acessível. Entenda os cinco motivos que explicam porque o marketing digital é a ferramenta mais indicada de divulgação para PMEs:

1. Baixo ticket de entrada: diferentemente da mídia impressa, cujo custo de anúncio inicia-se com três dígitos, a mídia digital permite investimentos a partir de poucos reais. Links patrocinados são os melhores exemplos. Lances para a maior parte das palavras-chave custam entre R$ 1 e 2.

2. Calcular o ROI é fácil: as plataformas de publicidade online informam automaticamente quantos clicks consumiram seu orçamento, qual a taxa de conversão em vendas e, portanto, qual o retorno sobre o investimento (ROI).

3. Anuncie para quem interessa: se você é o dono de restaurante e tem interesse em divulgar o seu negócio para os moradores de uma determinada cidade ou região, as campanhas digitais podem ser segmentadas por geografia. Se atender apenas no horário do almoço e durante a semana, terá a opção de divulgar anúncios em períodos pré-estabelecidos. Quanto mais segmentar a sua campanha, mais terá certeza de que não estará gastando seu precioso orçamento com clientes de reduzido potencial de conversão.

4. Faça você mesmo: não são necessários intermediários para acessar as plataformas de marketing digital. Equipes internas podem aprender, através de e-learnings gratuitos, como iniciar campanhas para geração de leads ou dicas básicas de otimização de sites. Se mesmo assim, existir necessidade pela contratação de terceiros, a maior parte das agências digitais tem pacotes para atender negócios iniciantes.

5. Pequenos disputam com grandes: não importa quantas lojas seu concorrente tem. Na internet, existe maior igualdade de competição. Um site bem bolado e avaliações de compradores passam credibilidade para converter oportunidades em receita. As histórias de sucesso mais recentes no varejo brasileiro são da Netshoes, Dafiti e Sacks, sites de e-commerce que souberam surfar a onda do marketing digital.

Por Michel Bekhor, sócio-fundador da press works. Trabalhou em empresas como SAP, Oliver Wyman e A.T. Kearney. Formado em administração pela Fundação Getúlio Vargas e pós-graduado em marketing pela University of New South Wales.

Via: Blog Midia8