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4G brasileiro pode encerrar ano com 1 mi de usuários

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Não será neste ano que a internet móvel de quarta geração (4G) vai emplacar no Brasil. A projeção das consultorias do setor é que, até dezembro, menos de 1 milhão de brasileiros seja usuário da tecnologia.

O número contrasta com a expectativa do Ministério das Comunicações e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de chegar a 4 milhões de consumidores até o fim do ano.

Como saiu do zero, o mercado de 4G dobrou de tamanho, passando de 48,459 mil acessos em abril para 105,250 mil acessos em maio, segundo a Anatel.

No entanto, a Claro, que se antecipou aos concorrentes e às metas da agência para início do 4G em algumas cidades, estacionou numa faixa de crescimento de 5 mil acessos mensais. A base da empresa saiu de 14,7 mil acessos, em março, para 24,6 mil acessos em maio.

“Esse ritmo que estamos vendo na Claro é, provavelmente, o que teremos até o fim do ano”, diz Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Ele estima que o número de acessos via 4G deva terminar o ano abaixo de 1 milhão. “O que estamos vendo é a entrada apenas de pessoas que estão acostumadas a comprar aparelhos mais caros.”

A Frost & Sullivan também prevê uma evolução lenta para o 4G. A projeção da consultoria é de 500 mil acessos até dezembro.

Segundo o analista Renato Pasquini, com mais de um ano, o mercado brasileiro de 3G contava com cerca de 2,8 milhões de acessos, enquanto o 4G, com as atuais faixas de frequências disponíveis, deve chegar ao fim de 2014 com menos de 2 milhões. “O crescimento vai ser mais lento do que o do 3G”, projeta.

Via: Info

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Ministro das Comunicações afirma que governo pode adiar entrada do 4G no país

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Adiamento foi proposto pelas empresas interessadas em participar do leilão do 4G, previsto para junho deste ano

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou na última segunda-feira (02/03) que o governo avalia atrasar os prazos de implementação dos serviços de telefonia móvel de quarta geração, o 4G.

Segundo ele, o adiamento foi proposto pelas empresas interessadas em participar do leilão previsto para junho, alegando que haveria pouco tempo para reordenar os investimentos. Uma das obrigações para quem ganhar a concessão é implementar a nova tecnologia nas cidades em que haverá jogos da Copa das Confederações, em junho do ano que vem.

No entanto, Bernardo declarou que manterá essa exigência. “Teremos um cronograma que depois vai abranger todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes”.

Quem levar a concessão para o 4G nas grandes cidades terá que implementar o 3G em pequenos e médios municípios. Questionado sobre o fornecimento do serviço 3G nas principais cidades do país, Bernardo admitiu que o serviço ainda deixa a desejar, mas disse que mesmo assim houve um crescimento superior a 100% no uso de internet via celulares, por exemplo.

Para o ministro, as grandes empresas do setor vão participar do leilão, sendo que algumas delas de forma “agressiva”.

A questão de exigência de equipamento nacional para a expansão da internet de banda larga no País não é mais uma barreira de investimento, pontuou o ministro. Paulo Bernardo disse que as empresas reagiram bem à determinação da presidente Dilma Rousseff, e já concluíram que é possível desenvolver pesquisas e produção de equipamentos no Brasil.

Para levar banda larga a pontos distantes do País, o governo vai investir R$ 750 milhões na construção de um satélite de comunicações. A construção será feita pela Embraer, e a operação será compartilhada pela Telebrás e as Forças Armadas. A previsão é que o satélite esteja em operação em 2014, ano da Copa do Mundo de futebol.

“Tem municípios em que fica difícil atender com banda larga pelos meios convencionais. Se o governo não ajudar na região Norte, por exemplo, a internet boa não vai chegar lá”, observou.

Via: Olhar Digital 

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Claro se prepara para testar 4G ainda este ano

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Operadora já está instalando roteadores IP em sua rede de acesso 3G para iniciar o período de experiência

A Claro anunciou nessa terça-feira (30/8) que fará testes em campo da tecnologia 4G, ou Long Term Evolution (LTE), ainda este ano. Segundo a empresa, os estudos devem acontecer antes do leilão de 2,5 GHz, cujas licenças serão usadas para o serviço no Brasil, previsto para acontecer em 2012.

Como parte dos preparativos para os testes, a empresa está instalando roteadores IP, da Alcatel-Lucent e Cisco, em sua rede de acesso 3G. Essa substituição começou em 2009 e, hoje, 73% das localidades 3G da operadora são dotadas de roteadores IP. A expectativa é alcançar 100% até o fim do ano. “Nos locais onde já migramos para roteadores IP, a média de tráfego de dados por usuário aumentou 40%”, revela o diretor de plataformas e rede da Claro, Márcio Nunes.

Paralelo aos testes, a operadora também está trabalhando na atualização de sua rede de protocolo de telefonia móvel HSPA+, um passo anterior ao 4G e que pode ser feito sobre a infraestrutura 3G existente. A tecnologia HSPA+ permite alcançar velocidades de até 21 Mbps, enquanto que no LTE, essa velocidade subirá para algo próximo a 100 Mbps.

Fonte: OD