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Dicas para Pequenos Negócios

MEI poderá ter o CNPJ cancelado

Você é MEI? Então já conhece os benefícios da formalização como microempreendedor individual (MEI), como a emissão de notas fiscais, abertura de conta bancária para sua empresa, acesso a créditos mais baratos no mercado e a máquinas de cartão de crédito e outros serviços.

Mas você faz seus controles financeiros e sabe se está em dia com os pagamentos mensais do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e com a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN-SIMEI)? Se você ficou em dúvida sobre a resposta, este recado é para você!

Os empreendedores que atuam como MEI poderão ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) cancelado devido a irregularidades no pagamento de DAS assim como na entrega da DASN.

Ficou interessado? Confira as condições para o cancelamento e as formas de evitar a perda de seu registro como CNPJ.

Condições de cancelamento

Após abrir a empresa junto aos órgãos oficiais, os microempreendedores individuais são registrados como MEI, e passam a ter algumas responsabilidades, dentre elas o pagamento mensal de suas obrigações tributárias (DAS), assim como a declaração anual (DASN).

Mas o não cumprimento destas duas obrigações poderá resultar no cancelamento do CNPJ do MEI se:

  1. Nenhuma declaração anual (DASN) tiver sido entregue nos últimos dois anos (2014 e 2015); e,
  2. Houver inadimplência de todas as contribuições mensais (DAS) devidas durante o período 1º de janeiro de 2014 a 30 de junho de 2016.

Como evitar o cancelamento

Para evitar o cancelamento de seu CNPJ como MEI, é preciso avaliar e regularizar o pagamento dos DAS assim como da declaração anual. O cancelamento de seu CNPJ não ocorrerá se você realizar o pagamento de algum dos DAS pendentes ou se entregar alguma das declarações atrasadas até dia 30 de junho de 2016. É preciso lembrar que a regularização das situações poderá refletir em multa por atraso.

E se meu CNPJ for cancelado?

Este ponto é muito importante! Se seu CNPJ for cancelado, não será possível reativar a empresa. Você também não poderá realizar nenhuma atividade utilizando o CNPJ que tinha, como emissão de notas fiscais, ou compras que beneficiem o MEI.

Você também precisa ficar atento ao fato que o cancelamento do seu registro não impede que os débitos em aberto e as declarações em atraso sejam posteriormente cobrados. O pagamento dos débitos de DAS em atraso poderá ser cobrado das pessoas físicas responsáveis pelo CNPJ cancelado, no prazo de até 5 anos, a partir do mês anterior ao cancelamento do CNPJ.

Como se regularizar e garantir seu CNPJ

Como os cancelamentos ocorrerão apenas a partir de julho, você ainda tem tempo para regularizar sua empresa e manter todos os benefícios de ser MEI. Para isto basta você seguir alguns passos, de acordo com o que precisa colocar em dia.

Confira os materiais abaixo.

Aproveite os materiais indicados abaixo e deixe seu negócio ainda melhor.

Confira como emitir as guias mensais do MEI DAS – Emissão de guia de pagamento

Aprenda a enviar a DASN DASN – Envio de declaração anual do MEI

Se você é MEI e ainda não tem um site, você pode criar seu site agora.

Fonte: SebraeMG com você

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Promova Seu Site

Porque sua empresa deve ter uma página no Facebook (fan page)

Que o Facebook é a maior rede social do mundo já não é mais novidade para ninguém, mas será que minha empresa precisa estar no Facebook?

A resposta é SIM. Mesmo que você não queira ou não tenha tempo, é importante manter seu negócio conectado com as redes sociais, isso faz com que o cliente que encontrou sua empresa na internet tenha mais segurança na hora de comprar seus produtos/serviços.

Hoje virou quase um hábito de o brasileiro consultar a internet antes de sair para as compras, portanto, não fique atrás do seu concorrente, tenha uma fanpage, mas não se esqueça de atualizá-la ao menos 2 vezes por semana.

Porque eu tenho que ter uma FanPage?

No ME Online você pode criar um site para sua empresa com todas as informações detalhadas sobre o seu negócio. O Facebook, além de divulgar a sua empresa, você pode manter um contato mais próximo com o seu cliente, e direcioná-lo para o seu site.

No Facebook você pode:

  • Fazer promoções exclusivas para os seus fãs;
  • Saber quem são os clientes que mais interagem com sua marca;
  • Se aproximar dos seus clientes;

Mas como eu crio uma FanPage?

Basta acessar o link: www.facebook.com/pages/create/, selecionar a primeira opção (Negócios Locais), escolher uma categoria, informar o nome da sua empresa, o endereço, o telefone e clicar em “Começar”. Simples Assim!

Bons Negócios 🙂

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E-commerce

E-commerce: entenda porquê a sua empresa precisa ir para o digital

Imagem Divulgação
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Você não vai a um lugar se não tiver wireless, seus amigos brigam com você quando em um encontro a sua atenção não sai do celular e todas as suas experiências gastronômicas e de viagens estão registradas no Instagram. O leitor pode até não perceber, mas já é um usuário 3.0 e está bem diferente do que éramos há 10 anos. Antes, atividades como entretenimento, comunicação e computação eram designadas a determinados aparelhos. Para assistir programas, você deveria ligar a TV. Para fazer chamadas, o telefone. Para atividades de computação – que eram super complicadas – o computador. Para se manter informado, revistas ou jornais. Para comprar, teria de ir a alguma loja física. Com os smartphones, todas estas funções foram acumuladas em um só gadget. O que facilitou a vida de muita gente, porém nos tornou muito mais dependentes do celular.

Definitivamente, a vida migrou para o ambiente digital. Quem é antenado no mercado, seguiu os seus clientes e montou um site de e-commerce, inclusive, empresas tradicionalmente físicas. Outras, já começaram sua vida online e não pretendem mudar de meio. Os números não mentem e mostram o quanto o consumidor brasileiro tem se mostrado aberto a estas inovações: segundo a E-bit (empresa que avalia a satisfação de consumidores da área online), de 2008 a 2012, o volume de vendas nos sites brasileiros saltou de R$ 8,2 bilhões para R 22,5 bilhões. Para 2013, a expectativa é que o faturamento mais que dobre, chegando a R$ 28 bilhões.

Um dos motivos deste aumento se dá ao crescimento de lares com acesso à internet. De acordo com dados recentes divulgados pelo Ibope, cerca de 44,85% dos brasileiros estão online e, para as empresas que desejam crescer, nada melhor do que interagir com esse público. Porém, para ter um comércio digital, as estratégias que você já conhece como empresário offline não serão aplicadas. Não basta ter um site bonito e boas promoções. O que efetivamente garante o aumento na venda é a rapidez, eficiência e, principalmente, a funcionalidade do site.

Para o sócio e diretor executivo da Fizzy Marketing Digital, Mattheus Rocha, o empresário tradicional pode esperar grandes mudanças na adaptação para o meio online. “É natural que o ser humano tenha apego ao que já é conhecido e tradicional, o que implica em uma certa insegurança de se investir em técnicas relativamente novas e que ainda não são conhecidas do grande público. As lojas virtuais estão crescendo cada vez mais. Além de representarem um custo operacional baixo em comparação com a administração de lojas físicas, o consumo está migrando para a internet e para o mobile. Além disso, o mercado digital está recebendo a ascendente classe C, que já representa 21% do consumo em lojas virtuais, fenômeno semelhante ao experimentado pelo comércio tradicional há alguns anos”, analisa.

Após garantir que o seu e-commerce está funcional, bonito, seguro e oferece rapidez aliada à qualidade, é hora de divulgar. E as redes sociais são ótimas para isso. Por meio de fanpages no Facebook é possível divulgar seus produtos, atualizar os clientes a respeito de conteúdos relacionados à sua marca e, ainda, atrair mais clientes! A internet está batendo à sua porta com um admirável mundo novo de oportunidades, que tal aproveitar?

Não fique de fora da internet, crie o seu site. Conheça o Me Online (www.meonline.com.br)

Via: Blog Mídia8

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Internet

Acerte ao divulgar sua empresa no Facebook

Imagem Divulgação
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Erros das pequenas empresas ao divulgar sua empresa no Facebook

Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook.

Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.

A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS.

Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes. “O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.

Sua atuação na rede, no entanto, precisa ser planejada e ter procedimentos para trazer resultados. “A rede social faz parte do portfólio de comunicação da empresa, mas precisa ter uma linguagem específica para o meio, respeitando os anseios das pessoas que estão ali”, ensina Gustavo Chapchap, coordenador de comunicação e marketing da Associação Paulista das Agências Digitais (APADi).

Veja sete erros fatais que seu negócio deve evitar no Facebook.

Não planejar

Segundo os especialistas, o primeiro erro é entrar nas redes sociais sem o mínimo planejamento. “Em uma empresa com estrutura menor, a tendência é alguém de dentro fazer e não conseguir colocar as informação de forma precisa, nem definir uma linguagem adequada”, afirma Chapchap.

Faça um planejamento do que espera da rede, como pretende atuar e como vai responder reclamações.

Confundir perfil com página

Um erro bastante comum entre as pequenas empresas é criar um perfil e não uma página para a empresa. A diferença básica é que os perfis são voltados para pessoas e as páginas têm características especiais para negócios. “Muitas empresas quando entram no Facebook criam perfis, que têm limitações de aplicativos e seguidores”, diz Celso Fortes, diretor de criação da agência digital Novos Elementos.

Para fazer sua página, há um passo a passo dado pelo próprio site que ajuda a aproveitar melhor as funcionalidades. Você precisa escolher uma categoria e um nome, além de inserir o logotipo ou outra imagem como foto principal. É nesta etapa também que o empresário inclui suas informações de contato. Existem inclusive cursos sobre Facebook marketing para que você possa fazer isso de forma realmente profissional.

Confundir a atuação pessoal com a corporativa

Facebook marketing é coisa séria, diz o consultor Alberto Valle da equipe do Curso de E-commerce. “Muitas vezes as empresas colocam gente despreparada para atuar nas mídias sociais e o resultado é uma verdadeira catástrofe para a marca.” afirma o consultor.

A gestão de mídias sociais requer técnica e por vezes muita paciência. Gerir um perfil pessoal é uma coisa, mas a gestão de uma página empresarial é outra completamente diferente. Uma página requer uma postura muito mais profissional que um perfil pessoal.

Só anunciar promoções

Um ponto crucial na atuação no Facebook é conteúdo. Para criar um relacionamento, os especialistas concordam que informação relevante é essencial. “Conteúdo tem que ser relevante para o consumidor. Foto ou vídeo geram mais empatia. Se for lúdico, rendem mais likes e compartilhamentos”, diz Schiavon.

É preciso fugir da tentação de só postar promoções ou produtos. “Para cada 5 posts de conteúdo, você faz 1 do produto”, ensina Luz.

A ideia é sempre sugerir e dar dicas, mas sem ser cansativo. “Não pode simplesmente falar do produto, mas de assuntos e temas que envolvam o consumidor, para trazer novos usuários”, explica Schiavon, que sugere uma média de quatro posts por dia. Para Fortes, isso evita uma grande taxa de rejeição, que jogaria todo o trabalho fora.

Não se preocupar com a aparência

Apesar do modelo padrão de página, o Facebook permite personalizações, como a foto de capa, que fica no topo. “Falta de padrão visual é um erro. Procure manter a identidade visual de sua página igual ao do website da sua empresa”, ensina Fortes.

Outra dica é usar estas ferramentas para incentivar a participação do usuário. “Um exemplo que a gente costuma dar de positivo é colocar o usuário participando da sua cover”, diz Luz.

Não responder rapidamente

Como um canal de comunicação com a empresa, o Facebook se torna inevitavelmente um local de comentários e reclamações. A diferença entre a rede social e um SAC é o tempo de resposta esperado pelo cliente.

“Tem que ser bastante rápido na solução de problemas, porque rapidamente uma mensagem mal respondida pode se espalhar. O imediatismo na resposta, pelo menos com um posicionamento inicial, é importante”, afirma Schiavon.

Desrespeitar os clientes

A maior parte dos empresários não ofenderia pessoalmente um cliente porque ele reclamou de um produto. O mesmo deveria valer para a internet.

Tudo nas redes sociais se multiplica com muita velocidade e algumas empresas já puderam sentir a reação dos usuários quando destratam ou ofendem um consumidor. “Não discuta com o usuário e lembre que ele tem sempre razão”, ensina Luz.

O melhor procedimento para o caso de reclamações na página é pedir desculpas pelo erro, propor uma solução e esclarecer publicamente o que aconteceu. Não delete a mensagem ou tente discutir o assunto na própria página.

Abandonar a página

Outro problema é criar a página e deixá-la desatualizada. “Se tem presença na rede, deve mantê-la ativa e viva. Muitas empresas simplesmente criam o canal com a configuração inicial e depois abandonam. Para manter esse canal eficiente, é importante desenvolver conteúdo e promoção”, conta Schiavon.

Além disso, há o risco de não responder as reclamações e isso dar a impressão de que a empresa não dá importância aos clientes. “É melhor não ter se não está preparado para interagir com o consumidor”, explica o executivo da Agência Enken.

Se você gostou das dicas, mas não tem ideia de como fazer, a gente separou um conteúdo especialmente para você ter resultado usando o facebook com apenas 30 minutos por dia, dá uma olhada aqui 😉

Via: Empreendedor Online

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Internet

A importância da Internet nos Negócios

Neste post você vai entender a importância da internet para sua empresa

Todos aqueles que estão ligados à negócios, seja atuando em empresas, investindo ou empreendendo, devem estar atentos a uma tendência cada vez mais forte. Pesquisa feita pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, indica que 57% das crianças entre 5 a 9 anos utilizam computador e 23% delas navegam na Internet.

Na faixa dos 10 a 15 anos o acesso e uso da Internet chega a 69%. E mais: acima dos 15 anos os internautas brasileiros passam 20% de seu tempo navegando na Internet. Todavia o dado mais impressionante é que o aumento de tráfego, em apenas um ano, foi de 51% (dados da comScore, consultoria americana especialista em medição de tráfego na Internet).

Esta pesquisa nos faz refletir sobre o impacto que a web tem nos nossos negócios. Se hoje os jovens usam a web, principalmente, para participar de redes sociais, num futuro muito próximo, estarão usando-a de forma intensa para realizar negócios, pesquisar e comprar produtos, buscar serviços, etc… Está, de fato, sendo construído um modelo mental para que a maioria das nossas atividades seja feita na web.

Se isso é uma tendência, adiar planos de inserir a empresa nas novas tecnologias, temer as redes sociais por não conhecê-las e desconsiderar as mídias digitais como alternativa de divulgação, coloca a continuidade de negócios em risco, especialmente quando os concorrentes, o fazem de maneira mais efetiva.

Estar desconectado desta realidade representa uma séria ameaça. Nós acompanhamos essa tendência desde o início de nossas atividades, ainda quando isso era apenas “futuro”.

Estamos constantemente agregando inovações à nossa proposta de valor. Um exemplo é a nossa Plataforma Digital, o ME Online, uma poderosa ferramenta para construção de sites e blogs.

Via Integra Global

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Notícias

Porque sua empresa deve contratar um especialista em SEO

É o caminho mais adequado para quem pretende ter um controle muito melhor e maior conhecimento das técnicas utilizadas na prestação do serviço

Imagem Divulgação

Os fatores que têm influência na otimização de um motor de busca (o chamado Search Engine Optimization, ou simplestemte SEO) estão evoluindo constantemente, exigindo estratégias multi-facetadas que envolvam várias disciplinas e talentos – e, em muitos negócios, vários departamentos. Dados esses fatores, o que é melhor? Contratar ou terceirizar?

Para serem eficientes, especialistas em SEO podem precisar trabalhar com uma equipe de editorial ou de comunicações a fim de criar conteúdo que forneça o serviço pretendido. Eles devem, também, estar envolvidos com a estratégia social da empresa, trabalhar no projeto e no desenvolvimento, na propaganda e outros departamentos e práticas.

Será melhor deixar este trabalho aos cuidados uma agência externa que focada especificamente no SEO ou, caso seu negócio tenha uma presença online significativa, seria melhor você ter um profissional de SEO trabalhando na sua equipe, dedicado integralmente a atender continuamente suas necessidades de SEO?

O quão rápido o SEO evolui?

Uma dúvida que muitas empresas têm envolve a velocidade de evolução das táticas SEO durante os últimos anos. O que já foram consideradas práticas SEO aceitáveis uma vez, agora, tornaram-se práticas inaceitáveis. As mudanças que têm sido incorporadas pela Google durante os últimos dois anos têm sido drásticas e, para a indústria online, devastadoras.

Como disse Ashley Tate, especialista em SEO, em um artigo recente, “as estratégias de SEO passaram por inúmeras evoluções durante o último ano. De atualizações de algoritmos, como Penguin e Panda, até novas restrições de motor de busca em links com spam, os métodos de otimização para obter as melhores classificações nos motores de busca têm evoluído por toda a web”.
Tate não está só. Outros especialistas da indústria de SEO concordam com ela. Entre eles, Havey Peace. Ele conta que “a paisagem do SEO tem mudado de forma dramática durante o último ano e, francamente, tem sido trabalhoso ficar a par de tudo. É absolutamente claro agora que algumas táticas arriscadas que funcionaram nos últimos anos não apenas deixaram de funcionar, como podem, hoje, penalizar seu site e penalizá-lo na classificação”.

Para que foram projetadas as atualizações Google Panda e Penguin?

Em pouco mais de um ano, a Google implementou mais de 500 atualizações. As duas maiores são as muito discutidas e muito odiadas Panda (liberada em fevereiro de 2011) e, mais recentemente, a atualização Penguin (liberada em maio de 2012).

As atualizações da Google ocorrem tanto que os especialistas em SEO, muitas vezes, percebem uma queda no tráfego em conjunto com o período em que a mudança foi implementada para ajudar a explicar os ganhos e perdas. O site SEOMoz, cobre as mudanças de algoritmo para esses propósitos específicos.

Segundo ele, a atualização Panda foi implementada para reduzir as classificações do motor de busca para sites que não possuem um propósito ou serviço útil para o usuário final. Conhecidos como fazendas de conteúdo, esses sites, muitas vezes, copiam o conteúdo de outras páginas ou geram conteúdo utilizando material de preenchimento – isso é, texto suficiente sobre qualquer assunto para obter um acesso através dos motores de busca, mas não suficiente para ser útil para qualquer pessoa buscando por informações específicas sobre algum assunto.

O resultado final do Panda é bom para qualquer um que utilize motores de busca para realizar buscas na internet e, com o tempo, será bom para as práticas de SEO, que foram, naquela altura, centradas novamente na produção de conteúdo relevante e de qualidade para atrair uma comunidade, em vez de seduzi-la com conteúdo falso e sem utilidade.

A atualização Penguin, por outro lado, teve como objetivo o que a Google chamou de “webspam”. “A mudança diminui a classificação para páginas que acreditamos violar as diretrizes de qualidade existentes da Google”, diz a equipe do buscador.

A Penguin penalizou sites que utilizaram táticas que, mesmo antes da atualização, foram consideradas “trapaça”, tais como o preenchimento de palavras-chave. Ela também penalizou técnicas menos óbvias tais como a “incorporação de endereços” – a tática de utilizar grandes números de endereços de saída irrelevantes em uma página de conteúdo.

Páginas que usam táticas legítimas de SEO não têm nada para temer, de acordo com a Google, mas aquelas que estejam envolvidas de forma ativa em táticas de webspam para o propósito de manipular os resultados do motor de busca são as que mais notarão a diferença.

Será que a empresa de SEO que você acabou de contratar trapaceia?

O termo “empresas de serviço de SEO” resulta em milhões de resultados no Google, enquanto “opiniões sobre empresas SEO” em outros tantos. Encontrar uma empresa de SEO competente e confiável não é uma tarefa fácil, dado o número de empresas de SEO relâmpago e o fato de que não existe nenhum padrão SEO de indústria aos quais as empresas de SEO possam aderir.

Muitas empresas de SEO têm a prática de garantir a atribuição dos melhores resultados de busca. Isto pode ser alcançado por apenas dois meios. Um deles envolve a tática de fornecer conteúdo de alta qualidade e utilizar técnicas SEO legítimas. O outro, táticas SEO de trapaça. Muitas empresas não têm ciência do que a empresa de SEO está fazendo com suas páginas a fim de que elas alcancem tais objetivos ou, caso estejam cientes, enão tem a menor ideia se tais técnicas são consideradas trapaças pelo Google – ou que tais técnicas possam vir a ser consideradas em uma próxima atualização.

O que é SEO em 2012?

Ficar a par do SEO não é como ficar a par das mudanças em um sistema operacional – é necessário um tratamento sério e uma constante atenção de um profissional de SEO que esteja ciente dos últimos aspectos do mercado online em relação ao SEO. Por exemplo, a Google está trabalhando agora para substituir ou desvalorizar o uso do “texto âncora” e, em vez de encorajar o que ela chama de “relevância de nicho/conteúdo ao ligar sites” que determina principalmente a relevância de um endereço que ajuda a dizer se um site está fornecendo um serviço, produto ou informação de forma precisa sobre um assunto pesquisado.

Então, o que as técnicas SEO honestas são hoje em dia? Como mencionado acima, muitas tecnologias e departamentos estão envolvidos agora no processo contínuo do SEO. Tarefas que costumavam ser ligadas ao desenvolvedor web ou designer, tais como o tempo que leva para que uma página seja carregada, o desempenho de um site ou o design, layout e localização do sistema de navegação e a paginação de um website, estão ligadas ao SEO. Outras coisas, tais como a qualidade do conteúdo em um site, a forma como tal conteúdo é formatado, a utilização de subdomínios e conteúdo entre domínios ou até mesmo a experiência de usuário e a usabilidade de um site, também estão incluídas em um plano SEO eficiente.

Integração social e o SEO

No ano passado, o SEO para redes sociais ainda estava dando seus primeiros passos, mas hoje ele é uma parte importante da caixa de ferramentas do SEO.

O uso de redes sociais e do que é chamado de “integração social” – o quão bem sua empresa integra as redes sociais em seu site principal – é cada vez mais importante para o SEO. Ele envolve vários aspectos do SEO, incluindo o comércio eletrônico, o SEO internacional, local e móvel, como também o domínio do uso de sites de redes sociais para vender para, e não isolar, certo público. Assim como grande parte das empresas acordou para a realidade da necessidade de uma presença online na década de 90, as empresas de hoje estão começando a compreender o real valor de possuir uma conta no Twitter, Facebook e Google+.

O Google Places e o Yahoo Local também se tornaram muito importantes para o SEO, à medida que são reconhecidos como locais onde endereços legítimos para um site de uma empresa podem ser obtidos, como também as opiniões dos clientes e os comentários. Técnicas trapaceiras tais como “preenchimento de opiniões” já estão sendo utilizadas por algumas empresas SEO – uma prática que possivelmente será encarada com mais seriedade à medida que a relevância social continue a crescer.

Novas técnicas de SEO estão aparecendo de forma regular, tais como o uso de tags alternativas bem escritas para imagens – importante para a inclusão nos resultados de busca do Google Imagens – e o LSI (índice de semântica latente) – uma técnica que o Google está integrando em seu algoritmo. Ela dá pontos extras de conteúdo (e uma melhor classificação) por utilizar termos relacionados diferentes da palavra chave sendo buscada dentro do conteúdo de uma página. Se um site possui termos em específico tal como “papel de parede” junto com outros termos como “tinta”, “faça você mesmo” e “removedor de papel de parede”, ele será recompensado pelo Google. Se, contudo, a página utilizar o mesmo termo, ou partes do termo, repetidas vezes no conteúdo, a página será penalizada.

Porque é melhor ter um SEO dentro da empresa

Toda essa informação pode ser assustadora, mas é por isso que ter um cargo de SEO na equipe interna é, muitas vezes, o melhor para uma empresa que dependa de sua presença na internet para vendas e marketing. Ao ter alguém o qual o único foco é o SEO, ele ou ela pode utilizar o tempo que for necessário para ficar a par das últimas técnicas e trabalhar com tais técnicas em vários departamentos da empresa para incorporar (ou remover) as táticas de SEO no site.

Além disso, a empresa tem um controle muito melhor (e conhecimento) de quais técnicas estão sendo utilizadas se especialista de SEO for interno. O salário de um especialista do setor de SEO deve girar em torno do uso ético de práticas SEO legítimas para aumentar a classificação dos resultados de busca de uma página.

Via: IDGNOW

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Dicas

6 Dicas para sua empresa evitar os deslizes nas redes sociais

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Um pequeno erro nas redes pode causar um estrago enorme na imagem do seu negócio

A euforia pela atenção de milhões de pessoas em redes sociais tem feito a maioria das empresas aprender na prática o que devem ou não fazer. Um bom exemplo foi o deslize da rede de restaurantes americana KFC. Na ânsia de divulgar a marca o tempo todo, os responsáveis pela rede social da empresa publicaram, em meio a um alerta de tsunami, uma mensagem no Facebook incentivando as pessoas a correr para casa e “pedir um balde do frango” da marca.

A insensibilidade da mensagem fez com que centenas de comentários irritados pipocassem pela rede. No dia seguinte, a empresa retirou a mensagem do ar e postou um pedido de desculpas dizendo que a equipe se arrependia do seu erro. Neste momento, no entanto, a imagem da empresa já havia sido afetada.

Em uma pequena empresa, o estrago pode ser ainda maior e o empreendedor corre o risco dos clientes futuros só encontrarem informações ruins da empresa na internet. Veja a seguir quais erros sua empresa não pode cometer quando usa as redes sociais para se promover.

1. Não ter um plano

Ter o perfil da sua empresa nas redes sociais é essencial. Hoje, estar fora deste círculo é o erro mais grave. No entanto, o segundo maior problema é não saber utilizar a rede social para o desenvolvimento do negócio. “Precisa pensar como pode ajudar o negócio, no posicionamento da marca, para fazer o consumidor se lembrar da empresa”, explica Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Faz parte do planejamento saber quais redes sociais são mais eficientes para sua empresa. “Algumas são obrigatórias, como Facebook e Twitter, e outras são recomendáveis dependendo do nível em que atua. Por exemplo, fala-se que Orkut já perdeu a vez, mas é muito utilizado na classe C e, se esse for o seu consumidor, tem que atuar ali”, diz Nakagawa.

Tudo isso ajuda a desenvolver uma presença nas redes sociais e mostrar que sua empresa está aberta a se relacionar com clientes e fornecedores. “Vale a pena planejar os próximos três meses e saber como vai se comunicar com o público”, ensina Allan Rubinsztejn, sócio-diretor da Agência RS.

2. Confundir perfil pessoal e profissional

Para a pequena empresa, a confusão entre coisas pessoais e profissionais acontece quase o tempo todo: parente vira funcionário, conta jurídica paga contas pessoais e o empreendedor não desgruda da imagem da empresa. Nas redes sociais, é uma gafe publicar mensagens pessoais, como fotos, no perfil da empresa.

“Existe um desconhecimento da etiqueta das redes sociais. Tem que evitar exposição pessoal excessiva e opiniões sobre temas polêmicos”, opina Fernando de La Riva, diretor-executivo da Concrete Solutions. “Empreendedores precisam saber utilizar redes sociais. É obrigatório no ambiente competitivo que a gente vive”, diz o professor do Insper. Para Rubinsztejn, a regra é sempre se posicionar como uma entidade.

3. Ignorar clientes

Os consumidores descobriram faz tempo o poder de fazer uma reclamação nas redes sociais. Uma crítica publicada nas redes ganha dimensões que fogem do controle dos empresários. Por isso, ignorar o que os clientes dizem ou não responder a tempo é um risco. “Tem que se importar com o que os clientes falam nas redes sociais, principalmente no Twitter”, diz La Riva.

4. Falar bobagens

As maiores gafes das empresas nas redes sociais estão relacionadas ao conteúdo publicado. Assim como no caso do KFC, falar bobagens pode ser um deslize e tanto. “Na rede social, você está buscando engajamento. Mandar coisas demais e material irrelevante faz com que as pessoas deixem de te seguir e curtir”, explica La Riva.

O conteúdo que deve ser posto depende muito do que sua empresa faz. “O que é importante é que ele entenda quem é o público e o que ele espera da empresa. Não é só informação por informação, tem que ter utilidade. Dicas são bem vindas assim como postagens que tragam inspiração”, ensina Nakagawa. Além das bobagens, frases com palavras grosseiras e erros de português também mancham a percepção que o consumidor tem da empresa.

5. Brigar com clientes

Se não bastasse não dar atenção à reclamação dos clientes e publicar bobagens, algumas empresas ainda batem de frente com o consumidor. “A regra é nunca trombar com a pessoa que está reclamando. Tem que agradecer como uma oportunidade da sua empresa fazer mais e melhor, e entender que as críticas são as melhores oportunidades para desenvolver o que faz. Os elogios nos deixam mais fracos”, explica Nakagawa.

6. Não se desculpar

Falou bobagem online? A orientação dos especialistas é seguir o exemplo do KFC e se desculpar o mais rápido possível. “Em qualquer meio, o primeiro conselho é que não pode fugir. Tem que dar a cara à tapa. Se escreveu uma besteira ou um dado errado, responde a reclamação e agradece”, ensina Rubinsztejn.

Para o sócio-diretor da Concrete Solutions, o ideal é retirar o erro do ar e se retratar. “A partir do momento que colocou nas redes, tem que assumir que é público. Tem que encarar o problema e fazer a melhor retratação que puder”, reforça La Riva. O pedido de desculpas é o começo da recuperação da imagem da empresa. “Nas redes sociais, você precisa assumir publicamente. Enquanto isso não acontecer, é o mundo contra a sua empresa”, diz o coordenador do Insper.

Via: Exame.com