Prefeitura vai emprestar tablets em praças públicas

Postado dia 22 de maio de 2013
Imagem Divulgação

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A Secretaria Municipal de Serviços vai comprar tablets que poderão ser retirados pela população nas 120 praças de São Paulo onde serão instalados pontos de Wi-Fi gratuitos.

Segundo o secretário da pasta, Simão Pedro, os aparelhos devem ser retirados gratuitamente após a apresentação do documento de identidade, que ficará retido até a devolução.

“Serão pelo menos uns 40 tablets por praça, esse é o nosso objetivo. A pessoa deixa o documento e fica usando o equipamento na praça com Wi-Fi”, afirmou Simão ao Estado.

Os pontos públicos de internet banda larga serão instalados em todos os 96 distritos de São Paulo, em locais de grande concentração de pessoas, de acordo com o governo.

Outubro

O edital para a compra dos tablets deve ser publicado até o fim de junho, conforme o secretário. A expectativa da Prefeitura é de que o serviço de Wi-Fi nas praças esteja funcionando em outubro e atenda 190 mil usuários por mês. Ainda não há previsão de quanto o projeto vai custar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Via: Info


Veja as novidades que o Google apresentou esta semana

Postado dia 20 de maio de 2013

Em evento anual, companhia revela novos recursos para o Maps, Google+, Gmail e mais

Google+

A rede social do Google ganhou roupa nova. Na verdade, ela agora lembra um pouco a interface da Pinterest. No quesito recursos, são muitas as novidades. Algumas da principais: agora dá para fazer videoconferências usando o HangOuts pelo smartphone.

Outra novidade: ajuste automático de fotos e fotos realmente grandes. O ajuste automático promete melhorar cor, contraste e outros componentes da foto. Para quem trabalha com fotografia, agora é possível subir imagens realmente grandes, com 2048 pixels ou mais. Ainda dá para fazer zoom nas imagens.

Comunidades: o Google Plus ressuscitou alguns recursos bacanas das antigas comunidades do Orkut. Um deles é a possiblidade de fixar um tópico para discussão.

Dinheiro pelo gmail
Agora dá para enviar dinheiro usando o Gmail. Ainda na linha da integração dos serviços, o Google juntou a Google Wallet – que já existe nos Estados Unidos – com o Gmail. Assim, os internautas poderão transferir recursos para outras pessoas com apenas um clique em sua conta de email.

Mecanismo de buscas
Uma das maiores novidades veio do mecanismo de buscas do Google. Nas palavras da própria empresa, todos vão ter de repensar as buscas a partir de agora. Basicamente, o buscador ficou ainda mais inteligente. A partir de agora, ele se organiza em torno de repostas, conversas e antecipação. Isso quer dizer que você poderá, por exemplo, fazer uma pergunta para o Google e ele poderá responder e já emendar algum complemento que pareça relevante. Além disso, novamente, a integração está presente.

Será possível, por exemplo, fazer buscas por lugares e marcá-los automaticamente no Google Maps. Caso esses lugares estejam relacionados a um compromisso seu, por exemplo, o Google Now – presente nos smartphones Android e iPhones – poderá te lembrar do compromisso, já calculando previamente o tempo de deslocamento. Todas essas operações serão possíveis por meio de comandos de voz nos computadores que usam o sistema operacional Chrome. Em breve, essa possiblidade deve chegar também para os smartphones Android.

Para finalizar, esse resumo, agora o Google também tem um serviço de streaming de músicas, similar ao Spotify ou o Pandora. O Google Play Music cobra uma mensalidade de cerca de 10 dólares e oferece acesso a música de forma ilimitada. Por enquanto, o serviço ainda não estará disponível no Brasil.

Via: Olhar Digital 


Novas regras do comércio eletrônico entram em vigor; entenda

Postado dia 16 de maio de 2013

Comércio eletrônico terá que ser mais claro e dar garantias ao consumidor

Imagem Divulgação

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Uma nova regulamentação para o comércio eletrônico no Brasil entra em vigor nesta terça-feira, por meio do Decreto Federal 7.962/13, que faz parte do Plano Nacional de Consumo e Cidadania. Entre as principais mudanças estão à obrigatoriedade de informações claras a respeito do produto, atendimento facilitado ao consumidor, processo de devolução das compras e o reembolso dos gastos de produtos adquiridos pela internet.

Com as novas regras, as empresas terão também a obrigação de respeitar direitos do consumidor, como o de se arrepender da compra no prazo de até sete dias úteis, sem a necessidade de que seja apresentada qualquer justificativa. Nesses casos, a obrigação pela retirada do produto na casa do consumidor e o estorno do valor pago, será da empresa que vendeu o produto.

Os sites destinados à venda de produtos pela internet terão de disponibilizar em suas páginas um canal de serviços de atendimento ao consumidor que facilite o trânsito de reclamações, questionamentos sobre contratos ou mesmo dúvidas sobre o produto adquirido e prevê algumas regras a serem cumpridas por sites de compras coletivas, como informar a quantidade mínima de clientes para conseguir benefícios como preços promocionais.

Caso as empresas do e-commerce não cumpram as novas regras, estão sujeitas a multas, apreensão dos produtos, cassação do registro e da licença do estabelecimento, interdição total ou parcial da atividade, entre outras sanções. Se o consumidor tiver algum problema, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) orienta a protocolar uma reclamação por escrito – uma dica é copiar as telas (print-screen) do computador, elas podem servir como prova em eventual processo judicial.

Confira as principais mudanças no comércio eletrônico:

- Informações claras a respeito do serviço e fornecedor
A nova lei obriga os sites de comércio eletrônico a disponibilizarem, em lugar de fácil visualização, informações básicas sobre a empresa, como nome, endereço, CNPJ – ou CPF, quando for o caso de a venda ser feita por pessoa física. As empresas também devem deixar claras as condições do serviço como forma de pagamento, prazo para entrega e a disponibilidade do produto. Além disso, os sites têm de especificar se a compra é válida somente pela internet ou também em lojas físicas.

- Compra coletiva
Além das informações sobre o serviço, os sites devem indicar expressamente a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato e o prazo da utilização da oferta. Em caso de má prestação de serviços contratados, o site de compra coletiva também será “responsável solidário”, ou seja, pode ser processado pelo consumidor.

- Informações sobre os produtos
A partir desta terça-feira os sites de e-commerce precisam especificar todas as informações sobre os produtos que estão à venda, incluindo os riscos à saúde e segurança dos consumidores. Também precisam fica claras a discriminação do preço e as despesas adicionais com o produto.

- Arrependimento de compra
Este ponto é o mais discutível, já que o decreto não deixa claro em que situações o consumidor pode voltar atrás na compra. No entanto, os sites devem deixar de forma clara os meios adequados para que o consumidor exerça o direito de “arrependimento de compra” – o cliente tem até sete dias comunicar seu desejo, recebendo o dinheiro de volta. A ferramenta deve ser a mesma utilizada para a compra do produto, sem prejuízo de outros meios como o envio de correspondências. Além disso, a empresa tem de comunicar imediatamente à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito do cliente sobre o cancelamento da compra para que a transação não seja lançada na fatura. Além disso, caso o valor já tenha sido descontado do comprador, o estorno deve ser realizado.

- Atendimento facilitado
O decreto ainda fixa normas gerais sobre o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Segundo as novas regras, os sites devem apresentar um resumo do contrato ao consumidor antes de qualquer contratação, para que os clientes possam saber sobre as cláusulas que limitem seus direitos. Além disso, as empresas terão de manter um SAC eletrônico para a resolução de quaisquer demandas como dúvidas, reclamações, suspensão ou cancelamento de contratos. Os sites terão de enviar uma confirmação imediata de recebimento ao consumidor, comprometendo-se a responder a demanda em até cinco dias.

- Entrega
Segundo as novas regras, as contratações do comércio eletrônico deverão cumprir as condições de oferta, com a entrega dos produtos e serviços contratados dentro do prazo estipulado, além de assumir a responsabilidade da entrega em perfeita qualidade, adequação e quantidade solicitada.

Decreto na Integra

Via: Economia Terra


Web ficou 15% mais rápida no Brasil em 1 ano, diz Cisco

Postado dia 15 de maio de 2013
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O número de conexões de internet em banda larga (fixa e móvel) no Brasil saltou de 21,7 milhões em 2011 para 25,8 milhões em 2012. O dado é da Cisco, que divulgou hoje a nova edição do Barômetro 2.0 – pesquisa que reúne informações sobre a internet banda larga no país no ano passado.

O estudo não inclui o uso de internet via smartphone, mas apenas as conexões por meio de modem 3G (chamadas de móveis) e aquelas realizadas através de outras tecnologias, como TV a cabo e xDSL (denominadas fixas). Segundo a Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações), o país soma hoje – entre acessos fixos, móveis e via smartphone – cerca de 96 milhões de conexões.

Além do crescimento no número de acessos, a pesquisa da Cisco aponta o aumento na velocidade das conexões. “Há uma migração bastante acentuada de usuários de banda larga de até 2 megabits por segundo para pacotes com velocidade superior a 2 megabits”, afirma Anderson André, diretor de operações da Cisco.

Segundo ele, a redução de impostos barateou a banda larga. Assim, muitas pessoas ampliaram suas velocidades de acesso mantendo os mesmos gastos. Isso se refletiu no aumento da velocidade média da rede no Brasil em 15% no ano passado, de 4,1 megabits por segundo em dezembro de 2011 para 4,7 um ano depois.

A popularização de aplicações que demandam uma conexão melhor também é apontada como razão da mudança de panorama. “Hoje, mais de 60% do uso de banda larga no Brasil envolvem aplicações que lidam com vídeo, como o Facebook e o Google”, exemplifica Anderson.

O estudo da Cisco traz também dados sobre a internet móvel no país. Em 2012, ela alcançou 6,7 milhões de conexões. Para os especialistas, a chegada do 4G não deve alterar muito a tendência de crescimento desse tipo de internet.

“O principal efeito do 4G é atender aos usuários pesados do 3G”, aposta Giuseppe Marrara, diretor de relações governamentais da Cisco. Outra previsão da empresa é de que o país atinja mais de 42 milhões de conexões (fixas e móveis) até 2017.

“Porém, se você não tiver políticas governamentais que estimulem o aumento da banda larga, os investimentos privados na ampliação da rede podem parar”, adverte Anderson.

Além disso, outro desafio é a realização de grandes eventos no país nos próximos anos. Para Anderson, a saída é investir em pontos de Wi-Fi, que serviriam para desafogar as redes 3G e 4G. Hoje, o Brasil conta com menos de 0,7% dos hotspots de Wi-Fi no mundo.

Via: Info 


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