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Celular dual chip Galaxy S Duos chega ao Brasil por R$ 1.049

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A Samsung anunciou a chegada ao Brasil de seu smartphone Galaxy S Duos, com design similar ao do Galaxy S III e suporte para dois chips.

O aparelho chega ao mercado nacional equipado com sistema Android 4.0 Ice Cream Sandwich, memória interna de 3GB, processador single core de 1GHz, bateria de 1500mAh e tecnologia Dual SIM Always On que permite receber ligações nos dois chips simultaneamente.

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O Galaxy S Duos também possui câmera de 5MP, conectividade 3G e Wi-Fi, GPS e tela de 4 polegadas com resolução WVGA (480 x 800 pixels).

O smartphone já está disponível nos principais varejistas do Brasil e tem preço sugerido pela Samsung de R$ 1.049 (desbloqueado).

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Veja as primeiras impressões do Galaxy S III

Tela de 4,8″ e velocidade são os pontos fortes do Galaxy S III

Galaxy S III
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A Samsung apresentou em São Paulo o aguardado Galaxy S III. Conseguimos colocar as mãos em um dos aparelhos e testar suas funcionalidades.

A primeira impressão do aparelho é bastante positiva. A tela Super AMOLED de 4,8 polegadas é imensa, tem excelente brilho e a resposta aos toques é muito boa, até mesmo nas bordas. Mesmo com o tamanho, o aparelho não parece ter proporções tão exageradas. Operá-lo com uma das mãos é uma tarefa bastante simples e cômoda. O peso de 133 gramas colabora para a “boa pegada” do smartphone.

A câmera de 8 megapixels, que segundo a Samsung tem o melhor tempo de resposta no registro de imagens, na prática se mostrou muito similar ao que já existe no Galaxy X. A gravação de vídeo parece ser um ponto forte. Mesmo em um ambiente com pouca iluminação, o resultado inicial foi interessante. Veja o vídeo abaixo.

O chipset Exynos 4212, com um processador Cortex A9 de quatro núcleos de 1,4 GHz, fez do Galaxy S III um aparelho muito rápido. O Android 4 rodou sem nenhum problema. A nova interface TouchWiz está elegante, com ícones bem trabalhados e animações.

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Não conseguimos testar os recursos de reconhecimento de face, mas experimentamos os sensores para desativar a música colocando a tela virada para baixo. O recurso S-Voice, que funciona como a Siri, da Apple, não estará disponível já no lançamento, mas uma versão em português ainda será produzida. No Benchmark Quadrant, o S III cravou 5.076 pontos.

No Brasil, a Samsung irá comercializar os modelos de 16 GB na cor Grafite (azul no exterior) e branco, pelo preço de 2.099 reais. Para suprir a falta de espaço, um acordo com o Dropbox dá ao proprietário do Galaxy S III 48 GB de espaço no serviço. O aparelho também conta com uma entrada para cartões microSD de até 64 GB.

 

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Omnia W: um Windows Phone econômico

Não se trata de um smartphone básico, mas este é um dos mais baratos entre os modelos com o Windows Phone 7.5. As principais diferenças para aparelhos de topo de linha são a tela e a memória interna menores. Apesar disso, a performance fica no mesmo nível. Só que, como Windows Phones não aceitam cartão de memória, a oferta de espaço para arquivos ganha mais importância.

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Os smartphones com Windows Phone 7.5 são muito similares no que diz respeito ao system-on-a-chip. Para falar dos modelos que temos à nossa disposição, o HTC Ultimate, os dois Lumia e o Omnia aqui resenhado utilizam o mesmo Snapdragon S2. Ou seja, todos se valem de um núcleo de CPU que roda a uma frequência básica de 1,4 GHz. Tal convergência fala a favor do Omnia: se até aparelhos avançados como o Ultimate e o Lumia 800 estão utilizando esse chip, os eventuais donos do Omnia podem ter certeza que estão adquirindo um dos telefones mais poderosos do ecossistema Mango atual. Aliás, mesmo que estivéssemos falando de um Android, o Snapdragon S2 não deixaria de ser uma boa escolha de SoC para um celular intermediário como esse.

Dentro do “pacote” Snapdragon a GPU Adreno 205 opera ao lado da CPU. Trata-se de processador gráfico já um tanto ultrapassado, mas que mantém um desempenho sólido no cenário atual. Sem entrar em detalhes a respeito de seu funcionamento, a consequência mais visível dessa escolha de GPU está na codificação de vídeo. Telefones que utilizam a Adreno 205 só conseguem produzir e reproduzir vídeos de no 720p. Quem só assiste a filmes no notebook e no próprio celular não vai sentir falta do 1080p. Essa limitação só prejudica aqueles que gostam de centralizar tudo em uma TV Full HD ou em um notebook substituto de desktop.

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De qualquer maneira, é difícil dizer se vídeos de resolução maior seriam viáveis no Omnia por um motivo simples: memória. Esse smartphone oferece apenas 8 GB de armazenamento interno. Como comentamos acima, a forma como o Windows Phone 7 gerencia a memória não admite cartões SD, o que elimina qualquer possibilidade de expansão. Sempre existem outras soluções de armazenamento para auxiliar aparelhos móveis: um storage acoplado à rede sem fio, por exemplo. Mas se você é o tipo que gosta de levar filmes consigo para assistir durante uma viagem, o Omnia não é o smartphone mais indicado.

Outra peculiaridade que dificulta a fruição de vídeos em Full HD é a ausência de uma conexão HDMI no telefone. Não que tal porta fosse esperada em um celular intermediário, seja qual for o ecossistema ao qual ele possa pertencer. O Omnia
se comunica com o mundo através do pacote básico dos smartphones: microUSB, P2, Wi-Fi, Bluetooth, A-GPS e, é claro, as redes de dados de celular. Todas essas portas são contidas por um corpo de design modesto que não oferece nenhuma proteção às conexões externas (P2 e USB). Um diferencial interessante para quem não consegue se decidir entre o Omnia e o Lumia 710 é a presença de um giroscópio no primeiro.

O Mango é um sistema proprietário, portanto não há muitas diferenças entre analisado nesta resenha e o que habita outros modelos do mesmo SO. O sistema mantém sua simplicidade e beleza marcantes, diferentes de tudo que foi lançado no mercado até agora. Constante também é a velocidade de resposta do sistema e de todos os aplicativos primários. No caso do Omnia, além de uma cor verde especial para os ícones, a Samsung instalou uma pequena coleção de aplicativos, incluindo um editor de imagem, um leitor de RSS e um serviço de meteorologia. O mais interessante deles é o AllShare, um servidor de DLNA que originalmente foi desenvolvido para os celulares Android da empresa.

Quanto às novidades do Windows Phone em si, a maior diz respeito a um serviço externo: o SkyDrive. Recentemente a Microsoft reformulou o SkyDrive para que ele se tornasse um storage online de funcionamento similar ao do DropBox. Como não existe aplicativo oficial do DropBox para Windows Phone (embora existam alternativas de boa qualidade), esse upgrade do SkyDrive é muito bem vindo. Para refrescar a memória, é bom lembrar que o player do Mango é capaz de tocar trilhas sonoras em MP3, WAV, WMA e eACC+, assim como é capaz de reproduzir vídeo em WMV, H.264 e H.263.

O Windows Phone é, por razões muito fortes, um sistema sedutor. Mas quem decide desbravar as terras ainda pouco exploradas desse SO deve estar ciente de algumas questões. Primeiro, o Mango ainda tem um ecossistema imaturo quando comparado ao iOS e ao Android. Segundo, o Windows Phone 8 não está muito longe de ser lançado. O novo sistema traz modificações profundas para a plataforma mobile da Microsoft e tudo indica que aparelhos com o Mango não se beneficiarão do update. Ainda assim, não há motivo para abandonar o barco: aplicativos desenvolvidos para Windows Phone 7 poderão rodar no Windows Phone 8, o que significa que o ecossistema de um não será prejudicado pela chegada do outro.

A câmera do Omnia tem a contagem mínima de pixels estabelecida pela Microsoft: 5 MP. A Samsung obviamente não priorizou essa faceta do telefone e o resultado são fotos e vídeos medíocres que dispensam grande parte dos detalhes da cena. Há aqui, no entanto, um item que pode resolver o dilema de quem não consegue decidir entre o Lumia 710 e o Omnia: uma câmera frontal. Trata-se de uma unidade extremamente simples de 0,3 MP, mas já é melhor do que nada.

Por fim, a tela de 3,7 polegadas usa o mesmo Super AMOLED dos outros smartphones da Samsung. O resultado é muito bom, com pretos profundos e cores vivas. Como todo Windows Phone, no entanto, a resolução é limitada a 480 x 800 pixels. De qualquer forma, a tela não é muito grande, o que eleva a densidade de pixels e impede que os contornos das imagens percam definição.

Há, entretanto, uma desvantagem no uso do AMOLED, embora o Mango pareça ter sido inteiramente projetado com o intuito de utilizar essa tecnologia. Esse tipo de tela, em conjunto com o processador de clock alto, demandam muita energia e este fato tornou-se evidente nos nossos testes. O Omnia suportou 347 minutos de ligação com Wi-Fi e bluetooth ligados, uma marca apenas mediana.

Não se trata de um smartphone básico, mas este é um dos mais baratos entre os modelos com o Windows Phone 7.5. As principais diferenças para aparelhos de topo de linha são a tela e a memória interna menores. Apesar disso, a performance fica no mesmo nível. Só que, como Windows Phones não aceitam cartão de memória, a oferta de espaço para arquivos ganha mais importância.

Os smartphones com Windows Phone 7.5 são muito similares no que diz respeito ao system-on-a-chip. Para falar dos modelos que temos à nossa disposição, o HTC Ultimate, os dois Lumia e o Omnia aqui resenhado utilizam o mesmo Snapdragon S2. Ou seja, todos se valem de um núcleo de CPU que roda a uma frequência básica de 1,4 GHz. Tal convergência fala a favor do Omnia: se até aparelhos avançados como o Ultimate e o Lumia 800 estão utilizando esse chip, os eventuais donos do Omnia podem ter certeza que estão adquirindo um dos telefones mais poderosos do ecossistema Mango atual. Aliás, mesmo que estivéssemos falando de um Android, o Snapdragon S2 não deixaria de ser uma boa escolha de SoC para um celular intermediário como esse.

Dentro do “pacote” Snapdragon a GPU Adreno 205 opera ao lado da CPU. Trata-se de processador gráfico já um tanto ultrapassado, mas que mantém um desempenho sólido no cenário atual. Sem entrar em detalhes a respeito de seu funcionamento, a consequência mais visível dessa escolha de GPU está na codificação de vídeo. Telefones que utilizam a Adreno 205 só conseguem produzir e reproduzir vídeos de no 720p. Quem só assiste a filmes no notebook e no próprio celular não vai sentir falta do 1080p. Essa limitação só prejudica aqueles que gostam de centralizar tudo em uma TV Full HD ou em um notebook substituto de desktop.

De qualquer maneira, é difícil dizer se vídeos de resolução maior seriam viáveis no Omnia por um motivo simples: memória. Esse smartphone oferece apenas 8 GB de armazenamento interno. Como comentamos acima, a forma como o Windows Phone 7 gerencia a memória não admite cartões SD, o que elimina qualquer possibilidade de expansão. Sempre existem outras soluções de armazenamento para auxiliar aparelhos móveis: um storage acoplado à rede sem fio, por exemplo. Mas se você é o tipo que gosta de levar filmes consigo para assistir durante uma viagem, o Omnia não é o smartphone mais indicado.

Outra peculiaridade que dificulta a fruição de vídeos em Full HD é a ausência de uma conexão HDMI no telefone. Não que tal porta fosse esperada em um celular intermediário, seja qual for o ecossistema ao qual ele possa pertencer. O Omnia
se comunica com o mundo através do pacote básico dos smartphones: microUSB, P2, Wi-Fi, Bluetooth, A-GPS e, é claro, as redes de dados de celular. Todas essas portas são contidas por um corpo de design modesto que não oferece nenhuma proteção às conexões externas (P2 e USB). Um diferencial interessante para quem não consegue se decidir entre o Omnia e o Lumia 710 é a presença de um giroscópio no primeiro.

O Mango é um sistema proprietário, portanto não há muitas diferenças entre analisado nesta resenha e o que habita outros modelos do mesmo SO. O sistema mantém sua simplicidade e beleza marcantes, diferentes de tudo que foi lançado no mercado até agora. Constante também é a velocidade de resposta do sistema e de todos os aplicativos primários. No caso do Omnia, além de uma cor verde especial para os ícones, a Samsung instalou uma pequena coleção de aplicativos, incluindo um editor de imagem, um leitor de RSS e um serviço de meteorologia. O mais interessante deles é o AllShare, um servidor de DLNA que originalmente foi desenvolvido para os celulares Android da empresa.

Quanto às novidades do Windows Phone em si, a maior diz respeito a um serviço externo: o SkyDrive. Recentemente a Microsoft reformulou o SkyDrive para que ele se tornasse um storage online de funcionamento similar ao do DropBox. Como não existe aplicativo oficial do DropBox para Windows Phone (embora existam alternativas de boa qualidade), esse upgrade do SkyDrive é muito bem vindo. Para refrescar a memória, é bom lembrar que o player do Mango é capaz de tocar trilhas sonoras em MP3, WAV, WMA e eACC+, assim como é capaz de reproduzir vídeo em WMV, H.264 e H.263.

O Windows Phone é, por razões muito fortes, um sistema sedutor. Mas quem decide desbravar as terras ainda pouco exploradas desse SO deve estar ciente de algumas questões. Primeiro, o Mango ainda tem um ecossistema imaturo quando comparado ao iOS e ao Android. Segundo, o Windows Phone 8 não está muito longe de ser lançado. O novo sistema traz modificações profundas para a plataforma mobile da Microsoft e tudo indica que aparelhos com o Mango não se beneficiarão do update. Ainda assim, não há motivo para abandonar o barco: aplicativos desenvolvidos para Windows Phone 7 poderão rodar no Windows Phone 8, o que significa que o ecossistema de um não será prejudicado pela chegada do outro.

A câmera do Omnia tem a contagem mínima de pixels estabelecida pela Microsoft: 5 MP. A Samsung obviamente não priorizou essa faceta do telefone e o resultado são fotos e vídeos medíocres que dispensam grande parte dos detalhes da cena. Há aqui, no entanto, um item que pode resolver o dilema de quem não consegue decidir entre o Lumia 710 e o Omnia: uma câmera frontal. Trata-se de uma unidade extremamente simples de 0,3 MP, mas já é melhor do que nada.

Por fim, a tela de 3,7 polegadas usa o mesmo Super AMOLED dos outros smartphones da Samsung. O resultado é muito bom, com pretos profundos e cores vivas. Como todo Windows Phone, no entanto, a resolução é limitada a 480 x 800 pixels. De qualquer forma, a tela não é muito grande, o que eleva a densidade de pixels e impede que os contornos das imagens percam definição.

Há, entretanto, uma desvantagem no uso do AMOLED, embora o Mango pareça ter sido inteiramente projetado com o intuito de utilizar essa tecnologia. Esse tipo de tela, em conjunto com o processador de clock alto, demandam muita energia e este fato tornou-se evidente nos nossos testes. O Omnia suportou 347 minutos de ligação com Wi-Fi e bluetooth ligados, uma marca apenas mediana.

Via: Info 

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Tecnologia

Samsung lança no Brasil TV comandada por voz e gestos nesta quinta-feira

Produto será vendido com exclusividade na rede de lojas Fnac e na loja oficial da Samsung

A Samsung lança nesta quinta-feira (17/05) a linha de televisores ES7000, que traz a tecnologia de reconhecimento de voz e gestos humanos, tornando dispensável o uso de controles remotos.

Para mudar canais ou fazer qualquer ajuste, basta que o consumidor fale ou acene em direção ao aparelho. Além desse recurso, os dispositivos possuem tela de LED, conversor digital e tecnologia 3D.

O produto será vendido com exclusividade na rede de lojas Fnac, onde será possível experimentar o equipamento. A expectativa da varejista é que o impacto seja semelhante ao que foi gerado pela tecnologia 3D.

Na sexta-feira (18/05), também acontecerá o lançamento oficial na Loja da Samsung, no Morumbi Shopping, em São Paulo.

Via Olhar Digital

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Celular

Galaxy Beam, o Android da Samsung com projetor HD

galax beam

A Samsung anunciou o lançamento de um novo dispositivo da linha Galaxy que traz como diferencial um projetor de alta resolução para compartilhar conteúdo multimídia a qualquer momento, em qualquer lugar.

Galaxy Beam

“Galaxy Beam permite aos usuários compartilhar fotos espontaneamente, vídeos ou outras mídias digitais armazenados no dispositivo diretamente em paredes, tetos ou superfícies planas improvisadas, para que todos possam compartilhar a diversão sem a necessidade se amontoar em volta do smartphone”, explicou a fabricante sul-coreana.

Seu hardware, porém, pode ser considerado bem próximo a geração do Galaxy S, possuindo um processador Dual-Core 1.0GHz, 6GB RAM, câmera traseira de 5 MP, tela de 4 polegadas, super bateria de bateria de 2000mA e deve chegar ao mercado com Android 2.3.

Via Google Discovery

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Tablet

Samsung anuncia novos tablets no mercado brasileiro

No dia do lançamento do novo iPad, a Samsung aproveitou para anunciar a chegada do Galaxy Tab 7.7 e do Galaxy Tab 7 Plus no Brasil.

Novos tablets no mercado brasileiro

O Tab 7.7 incorpora a tecnologia Amoled Plus ao seu display de 7 polegadas. Medindo apenas 7,89 mm de espessura e pesando apenas 335 gramas, ele é um dos tablets mais portáteis do mercado.

O tablet tem um processador dual core de 1,4 GHz e bateria de 5100 mAh, que, segundo a Samsung, suporta até 10 horas de reprodução de vídeo. O gadget roda o sistema Android 3.2 Honeycomb e já vem com 16GB de memória interna, com espaço para cartões microSD de até 32GB.

O Galaxy Tab 7.7 oferece chamadas de voz e vídeo, além de envio e recebimento de mensagens de SMS.

Já o Galaxy Tab 7 Plus, tablet de 345 g com 9,96 mm de espessura, tem as mesmas configurações, mas sem a tela de Amoled e com um processador dual core de 1,2 GHz.

Os dois tablets já estão disponíveis no Brasil. O Galaxy Tab 7 Plus custa 1.499 reais e o Galaxy Tab 7.7 sai por 1.899 reais.

Via Info

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Celular

Samsung vai lançar smartphone com tela flexível em 2012

Smartphone com tela flexível

Tecnologia também estará presente em tablets e outros dispositivos portáteis

De acordo com o site Ubergizmo, a Samsung se prepara para lançar smartphones com displays flexíveis no próximo ano. A tecnologia não estaria disponível apenas para celulares, mas também em tablets e outros dispositivos portáteis.

Estamos pensando em introduzir algo como um display flexível já em 2012, e espero que seja o quanto antes. A aplicação provavelmente terá início partindo da lateral do telefone“, afirma Robert Yi, porta-voz da empresa.

Apesar de já ter determinado data de lançamento, a Samsung não é a única a desenvolver esse tipo de novidade no mundo da telefonia móvel. A Nokia mostrou, recentemente, um protótipo chamado “Nokia Kinect”, um dispositivo com tela flexível que permite aos usuários uma nova forma de interagir com seus aparelhos móveis. Em vez do usual touchscreen, o sistema funciona quando o usuário torce, dobra, curva ou movimenta o produto. No vídeo abaixo é possível vê-lo em funcionamento:

Via Olhar Digital